Operação Unha e Carne: Polícia Federal faz buscas em endereços ligados ao bicheiro Adilsinho e ao pastor Márcio Poncio
Rio de Janeiro29/10/2026 às 10:27
]]> A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (29), a nona fase da Operação Unha e Carne, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e uso de empresas e terceiros para dissimular a propriedade de bens e valores. Os agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Operação Unha e Carne: Polícia Federal faz buscas na Barra da Tijuca em 9º fase 'Quem matou Rosalina': cinzas de vitima que disputava herança de R$ 80 milhões estão em igreja do Rio Três dos quatro endereços alvos da operação são salas comerciais ligadas ao pastor Márcio Poncio, preso na quinta fase da Unha e Carne sob suspeita de integrar a chamada Máfia do Cigarro. O quarto imóvel pertence a Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho do contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, que está preso desde fevereiro apontado como chefe do grupo criminoso. Os locais são apontados como estruturas operacionais e administrativas do grupo investigado e em um imóvel residencial ligado a um dos principais operadores identificados pela investigação. A PF busca documentos, dispositivos eletrônicos, registros contábeis e outros elementos que possam contribuir para o avanço das apurações. A nova etapa foi desencadeada a partir da análise de informações obtidas após a quinta fase da operação, especialmente de dados extraídos do celular apreendido com um dos investigados. Segundo a PF, o material revelou novos endereços, estruturas empresariais e ativos patrimoniais que seriam utilizados pelo grupo para administrar, ocultar e movimentar recursos financeiros. As investigações identificaram indícios de uma rede patrimonial que incluiria imóveis de alto padrão, aeronaves executivas, veículos de luxo e empresas registradas em nome de familiares, pessoas próximas e terceiros formalmente sem vínculo com o núcleo investigado. De acordo com as apurações, esses bens e negócios permaneceriam sob a administração de integrantes da organização criminosa. A PF também apura o uso recorrente de dinheiro em espécie e movimentações financeiras cuja rastreabilidade seria…
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