Operação Sinal Oculto: 2ª fase mira esquema de anúncios nas redes sociais de carros roubados e clonados
Destaques06/11/2026 às 09:51
]]> Polícias Civil e Militar deflagram a 2ª fase da Operação Sinal Oculto As polícias Civil e Militar iniciaram, na manhã desta sexta-feira (6), a 2ª fase da Operação Sinal Oculto, contra a venda, através de anúncios nas redes sociais, de veículos roubados e clonados. Os agentes saíram para cumprir 8 mandados de prisão preventiva no Jardim Novo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação mobilizou 360 policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), além de veículos blindados. “O que inicialmente parecia ser um esquema de comercialização de automóveis clonados revelou uma estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas, suporte financeiro e possíveis conexões com o tráfico de armas de uso restrito”, afirmou a Polícia Civil. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Investigação aponta que grupo revendia veículos roubados com aparência de legalidade Reprodução/TV Globo Possível comércio de armas Segundo a Polícia Civil, a investigação, que inicialmente apurava um esquema de venda de carros clonados pelas redes sociais, encontrou indícios de uma estrutura organizada para receber, adulterar e revender veículos roubados. O aprofundamento das apurações também identificou possíveis conexões de integrantes do grupo com o comércio ilegal de armas. Os investigadores analisaram 19.777 mensagens e 2.324 áudios e, de acordo com a polícia, encontraram referências a negociações de fuzis AK-47, armamentos calibre .50 e pistolas de uso restrito. Também foram identificados registros de investigados portando armas de grande poder de fogo. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre prisões nesta 2ª fase. Como funcionava o esquema As investigações começaram depois que a polícia identificou perfis em redes sociais que anunciavam veículos de alto valor por preços muito abaixo dos praticados no mercado. Segundo os agentes, o grupo pesquisava anúncios de veículos regulares e obtinha dados de identificação desses automóveis. As informações eram usadas na adulteração de carros roubados, que depois voltavam a ser anunciados nas redes sociais com aparência de legalidade. A…
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