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Operação mira organização criminosa suspeita de ordenar crimes de dentro de presídios na PB

Destaques 16/10/2026 às 10:59
Operação mira organização criminosa suspeita de ordenar crimes de dentro de presídios na PB
]]> Operação mira organização criminosa suspeita de ordenar crimes em presídios, na PB A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Cadeia de Comando, para desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento em crimes como tráfico de drogas, tortura e homicídios. As ações aconteceram em Campina Grande, Areia, Esperança e Montadas, na Paraíba, e em Belo Horizonte, em Minas Gerais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Durante a operação, foram cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão. Também foram determinadas medidas patrimoniais, incluindo o bloqueio de aproximadamente R$ 15 milhões. De acordo com a Polícia Civil, a investigação apura como ordens para a prática de crimes eram transmitidas de dentro do sistema prisional. O objetivo é identificar e responsabilizar tanto os integrantes que determinavam as ações quanto aqueles que as executavam. Segundo o delegado da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), Emanuel Henriques, que falou à TV Paraíba, cinco dos mandados de prisão foram cumpridos contra pessoas que já estavam no sistema prisional. Mesmo presas, elas continuavam se comunicando com integrantes que estavam em liberdade e, de acordo com as investigações, determinavam ações relacionadas ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e à prática de homicídios. Agora no g1 Uma mulher que está presa em uma unidade prisional de Minas Gerais também foi alvo de mandado de prisão. Segundo a polícia, ela é suspeita de participar da estrutura de comando da organização criminosa. Dos presos localizados na Paraíba, 15 foram encaminhados à Central de Polícia Civil, em Campina Grande. As diligências também resultaram em três prisões em flagrante: duas por tráfico de drogas e uma por posse ou porte ilegal de arma de fogo. A investigação também identificou um núcleo da organização suspeito de atuar na lavagem do dinheiro obtido com o tráfico de drogas. Segundo o delegado, o grupo utilizava contas bancárias de terceiros, conhecidos como "laranjas", que recebiam pagamentos para realizar transferências. Parte do dinheiro também era movimentada por meio de…
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