Operação Laziosi mira ramificações de esquema de venda de remédios falsos contra o câncer; veja o que se sabe
Destaques07/11/2026 às 19:40
]]> Medicamentos falsificados foram apreendidos em operação do Gaeco de Ribeirão Preto, SP, e da Polícia Civil Divulgação/Polícia Civil A Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público deflagraram esta semana a segunda fase da Operação Laziosi para desarticular um esquema de comercialização de medicamentos oncológicos falsificados envolvendo uma distribuidora de Araraquara (SP). A força-tarefa, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Ribeirão Preto (SP) e pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), foca em mapear lacunas da apuração, como a identificação de novos envolvidos e a lista de hospitais que adquiriram lotes sem princípio ativo ou oriundos de roubos de carga. Três pessoas investigadas por integrar a organização criminosa tiveram a prisão preventiva decretada. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 15 milhões em bens, além da suspensão das atividades de sete empresas ligadas ao grupo. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp A reportagem não conseugiu localizar as defesas das pessoas presas até a última atualização desta reportagem. Segundo as autoridades policiais, os investigados preferiram permanecer em silêncio durante o cumprimento dos mandados. A empresa investigada também não se posicionou. De acordo com o delegado Diógenes Santiago, as apreensões efetuadas durante a operação devem abrir novas frentes de investigação sobre a estrutura financeira do grupo. "Um dos locais em que nós cumprimos mandado de busca, uma residência, um local bastante precário, descobrimos que se tratava de um escritório, uma parte financeira de três empresas do âmbito de venda de medicamentos, ou seja, um local totalmente escuso. Bastante material foi apreendido", afirmou o delegado. Operação prende três pessoas por venda de remédios falsos para câncer no interior de SP O que ainda é preciso investigar? A principal lacuna que a Polícia Civil e o Gaeco tentam preencher é o mapeamento de todas as instituições de saúde que compraram os remédios falsificados. As autoridades apreenderam 10 notebooks e CPUs, aparelhos celulares e documentos no endereço residencial que funcionava como…
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