Operação de novo empréstimo da PanSports ao Figueirense não pode ser concluída
Esportes29/09/2026 às 12:16
]]> Presidente do conselho explica entrave na SAF do Figueirense Em meio às tratativas para garantir o fluxo financeiro até o fim da temporada, o Figueirense analisou uma nova possibilidade de empréstimo-ponte apresentada pela PanSports, no valor de R$ 7 milhões. A operação, porém, não pode ser concluída nos moldes propostos porque a garantia prevista já está vinculada a um mútuo firmado entre as partes em julho. A operação previa novamente a utilização de parte do terreno do CFT do Cambirela como garantia. Segundo o Figueirense, porém, o percentual autorizado pela Associação Amigos do Figueirense (Asfig) já está vinculado ao empréstimo de aproximadamente R$ 3 milhões firmado com a PanSports. Estádio Orlando Scarpelli Eduardo Pauli/FFC Na ocasião, a utilização da área foi aprovada em caráter excepcional. Como a garantia segue comprometida com o mútuo anterior, uma nova operação no mesmo formato é considerada inviável. O novo aporte serviria para reforçar o fluxo financeiro do clube até o fim da temporada. Atualmente, a folha salarial referente à CLT está quitada, enquanto permanecem pendentes valores de direitos de imagem. A necessidade de novos recursos ocorre enquanto a PanSports ainda negocia as condições para assumir definitivamente a SAF do Figueirense. O principal entrave segue sendo a dívida com a Clave, que cobra cerca de R$ 43 milhões do clube. Figueirense negocia renovação com técnico Raul Cabral 🗞️Leia mais notícias do Figueirense ✅Clique aqui para seguir o canal ge Figueirense no WhatsApp Na última quinta-feira, em entrevista exclusiva ao Debate Diário, o presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Miranda, afirmou que a Clave tem apresentado uma cobrança na casa dos R$ 43 milhões. O dirigente também explicou que o contrato prevê juros próximos de 3% ao mês e que existe a possibilidade de parcelamento do montante. O presidente do Conselho Deliberativo Antônio Miranda e o presidente da Associação Figueirense José Tadeu, com as pospostas em mãos Divulgação/Figueirense Segundo Miranda, o Figueirense trabalha com um custo mensal de aproximadamente R$ 1,5 milhão, enquanto arrecada cerca de R$ 500 mil. A diferença exige aportes próximos de R$ 1 milhão…
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