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O desafio que a Heineken® resolveu: fazer cerveja zero álcool sem abrir mão do sabor, da qualidade e da experiência cervejeira

Destaques 28/10/2026 às 21:28
O desafio que a Heineken® resolveu: fazer cerveja zero álcool sem abrir mão do sabor, da qualidade e da experiência cervejeira
]]> A adaptabilidade a diferentes momentos fez a cerveja zero álcool ganhar espaço nas mesas brasileiras. Divulgação Durante muito tempo, a cerveja zero álcool ocupou um espaço restrito no mercado, mas a categoria foi ganhando força à medida que os hábitos de consumo também foram mudando. No mundo, o movimento acompanha consumidores interessados em equilíbrio, autocontrole e novas formas de socialização, entre eles a Geração Z e os Millennials mais jovens. Os números globais confirmam a tendência: o mercado de cervejas sem e com baixo teor alcoólico (no & low alcohol) foi estimado em US$ 24 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 50,8 bilhões até 2035, segundo a Global Market Insights. A Heineken® participa dessa tendência desde 2017, quando criou a Heineken® 0.0 na Holanda. Em 2019, a marca anunciou a chegada da versão zero álcool ao Brasil, lançada oficialmente em julho de 2020. Ao apresentar essa opção associada ao universo premium da marca, a Heineken® buscou ampliar as possibilidades de consumo e contribuir para o desenvolvimento desse mercado. Quando o zero álcool deixa de ser exceção No Brasil, essa mudança de hábitos já aparece nos números. Em 2023, 9,2% dos domicílios consumiram cervejas sem álcool, ante 7,8% em 2022, segundo a NielsenIQ. Ainda em 2023, o segmento movimentou 1,25 milhão de hectolitros e R$ 2 bilhões em vendas no país. Essa expansão vem acompanhada de uma mudança de percepção: a cerveja zero álcool deixa de estar associada apenas a situações de restrição. A opção pode fazer parte de diferentes momentos do dia e de diversos estilos de vida. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), o principal motivo apontado pelos brasileiros para consumir cerveja zero álcool é a busca por equilíbrio (20%), seguida pelo uso de medicamentos e pela direção (17% cada), pela ausência de uma versão com álcool (9%), pela restrição alimentar (8%) e pelo consumo exclusivo da opção sem teor alcoólico (6%). Os dados ajudam a mostrar a variedade de situações em que a cerveja zero álcool pode estar presente. Ao mesmo tempo, a escolha por esse tipo de bebida vem ganhando espaço como parte de um estilo de vida, em que o consumo não depende…
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