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O custo da negligência: quanto uma empresa perde ao ignorar a saúde corporativa?

Destaques 14/10/2026 às 16:18
O custo da negligência: quanto uma empresa perde ao ignorar a saúde corporativa?
]]> Perfil Saúde Corporativa Divulgação Uma empresa pode estar funcionando normalmente, cumprindo metas e entregando resultados e, ainda assim, carregar um custo que não aparece claramente no balanço. Ele começa quando exames ocupacionais deixam de ser acompanhados, laudos ficam desatualizados, riscos não são reavaliados ou programas de prevenção passam a ser tratados apenas como burocracia. A falta de uma gestão adequada em Saúde e Segurança no Trabalho (SST) pode desencadear um efeito que vai além da questão documental: afastamentos, absenteísmo, horas extras, retrabalho, queda de produtividade e, em situações de não conformidade, autuações e disputas judiciais. É o chamado custo invisível da negligência. Dados citados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) ajudam a dimensionar esse impacto econômico do problema. Em artigo publicado em abril de 2026, a entidade destaca que fatores relacionados à organização do trabalho também podem afetar a saúde, a produtividade e os resultados das empresas. A conta começa antes da multa Para muitas empresas, a saúde corporativa ainda é associada principalmente ao cumprimento de obrigações: exames admissionais e periódicos, PCMSO, PGR, laudos e registros de SST no eSocial. Mas esses documentos não devem funcionar de forma isolada. A NR-07 estabelece que o PCMSO seja elaborado considerando os riscos ocupacionais identificados no PGR e estabeleça o acompanhamento médico necessário de acordo com esses riscos. Na prática, isso significa que exames, programas e avaliações precisam estar alinhados à realidade da operação e acompanhar suas mudanças. Na visão do Dr. Charles Dias, médico do trabalho e CEO da Perfil Saúde Corporativa, um dos problemas está justamente na forma como algumas empresas enxergam a SST. “O principal erro é tratar a Saúde e Segurança no Trabalho como um custo burocrático a cumprir, preencher PGR, laudos e treinamentos apenas para ‘passar na fiscalização’, em vez de enxergá-la como gestão real de riscos e proteção de pessoas.” Quando a SST vira apenas papel, explica o médico, as mudanças necessárias no comportamento e na rotina não acontecem. Nesse cenário, acidentes e afastamentos podem continuar…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
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