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'O Bope fazia parte dele', diz ex-mulher de subtenente morto em tiroteio entre PMs

Destaques 12/10/2026 às 23:13
'O Bope fazia parte dele', diz ex-mulher de subtenente morto em tiroteio entre PMs
]]> Enterrado o subtenente do Bope morto em tiroteio entre policiais Centenas de policiais militares acompanharam, nesta segunda-feira (12), o enterro do subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) Glaucio Marcelo da Silva, de 54 anos. Ele morreu após ser baleado durante um tiroteio entre policiais militares do Bope e do Batalhão de Jacarepaguá, na Freguesia, na Zona Oeste do Rio. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Glaucio deixa três filhos e completaria 26 anos na Polícia Militar em dezembro. A maior parte da carreira foi dedicada ao Bope, unidade da qual, segundo a ex-mulher, ele era apaixonado. "O Gláucio era um apaixonado pelo trabalho dele. Ele falava que aquilo ali fazia parte dele. Não é que ele fazia parte do Bope. o Bope fazia parte dele.", disse ela. A morte ocorreu na madrugada de domingo (11), na Rua Guilherme Moreira, conhecida como Beco do Saci, um dos acessos à comunidade da Gardênia Azul. Segundo a Polícia Militar, agentes do Bope que estavam fardados e em uma viatura caracterizada abordavam o motorista de um carro quando foram confundidos com criminosos por policiais do Batalhão de Jacarepaguá, que atiraram contra eles. Agente do Bope morto perdeu irmão há 1 ano no Rio Reprodução 20 minutos de tiros Moradores da região relataram uma intensa troca de tiros durante a madrugada. Uma câmera de segurança de um condomínio próximo registrou o barulho dos disparos. Uma pessoa que mora na região há 43 anos contou que acordou assustada com o tiroteio e procurou abrigo dentro de casa. "A gente tava dormindo, normal, meio da madrugada. Começou um tiroteio assustador, a gente acordou com o barulho. Eu moro aqui há quarenta e três anos, nunca passei por isso dessa magnitude assim, foram vinte minutos incessantes", disse o morador. A testemunha disse que foi para o corredor da casa para tentar se proteger dos tiros. "Eu tive que sair da minha cama e ir pro corredor (...) como eu não sabia da onde vinha, tentar me proteger mais, ter mais paredes pra um tiro desse tipo atravessar. Eu fiquei ali meia hora esperando que a coisa acalmasse", completou. Tiroteio deixa um PM do Bope morto e outros quatro agentes…
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