Nunes Marques atende a pedido da campanha de Flávio e manda suspender canal 'Exército do Lula'
Destaques11/10/2026 às 15:36
]]> Entenda decisão de Nunes Marques que derrubou canal 'Exército do Lula' O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. Coordenado pelo deputado eleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 3 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na decisão, o ministro afirma que o canal deve ser suspenso porque há "utilização de estrutura de transmissão a milhões de pessoas, sob comando único, para replicar conteúdos que esta Corte já reconheceu como inverídicos". Nunes Marques determinou que a Meta (dona do Facebook e WhatsApp) retire o canal do ar em até três horas após o recebimento da notificação, sob pena de multa. A suspensão deve "impedir o envio de novas atualizações e o ingresso de novos seguidores" até que seja homologado o resultado do segundo turno (entenda mais abaixo). Nunes Marques em sessão Plenária TSE 06.10.2026 Leobark Rodrigues/Secom/TSE LEIA TAMBÉM Lula reclama de 'decisões tendenciosas' do TSE após Nunes Marques mandar derrubar canal 'Exército de Lula' no WhatsApp TSE suspende propaganda eleitoral de Lula sobre Flávio Bolsonaro e caso Master; campanha vai recorrer A decisão do presidente do TSE foi alvo de críticas por parte de uma ala da Corte, segundo informações obtidas pela TV Globo. O entendimento é que o ministro atropelou o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, relator da ação apresentada pela campanha de Flávio. Isso porque o pedido inicial da campanha do Flavio foi apresentado em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, que é de competência da Corregedoria do TSE. Pelo regimento, esse tipo de pedido passa a ser responsabilidade do corregedor — cargo ocupado por um ministro do STJ. Após receber a defesa de Flávio Bolsonaro neste sábado (11) para conversar sobre o caso, Cueva deu 72 horas para que a campanha prestasse informações complementares. Entre os pedidos de esclarecimentos estão respostas para questões como: se havia possível sobreposição com…
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