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Jovem Rio News

Novo júri do caso Patrícia Amieiro é marcado para abril de 2027

inicio 21/09/2026 às 17:35
Novo júri do caso Patrícia Amieiro é marcado para abril de 2027
]]> Engenheira Patricia Amieiro está desaparecida desde 2008 Reprodução O novo julgamento do caso Patrícia Amieiro foi marcado para o dia 19 de abril de 2027, às 11h. A sessão do Tribunal do Júri foi designada pela Justiça após uma série de decisões que adiaram a realização do novo julgamento. No despacho, a Justiça determinou ainda a adoção das providências necessárias para a realização da sessão. Patrícia Amieiro desapareceu em junho de 2008, aos 24 anos. A engenheira voltava de uma festa no Morro da Urca, na Zona Sul do Rio, quando o carro em que estava foi atingido por disparos na saída do Túnel do Joá, em direção à Barra da Tijuca. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que negava a inclusão de uma nova testemunha no processo da engenheira Patrícia Amieiro. Em julgamento virtual concluído no dia 18 agosto, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental interposto por Adryano Amieiro Branco de Franco, irmão de Patrícia Amieiro e assistente de acusação no processo. O assistente entrou com o recurso para tentar reverter uma decisão anterior do STJ que decidiu que a testemunha não poderia ser ouvida. Após o STJ negar seguimento ao recurso extraordinário, ficou estabelecido que a testemunha não poderá participar do novo Tribunal do Júri e nem poderá ter o seu depoimento juntado aos autos do processo. Não cabe mais recurso. Engenheira Patricia Amieiro Acervo pessoal/Adryano Amieiro Em março deste ano, o STJ julgou os recursos principais sobre a testemunha-chave do caso Patrícia Amieiro por unanimidade na 6ª Turma, negando o pedido da família e do Ministério Público para incluir o depoimento do taxista no novo júri. O advogado que representa a família então recorreu. Em novembro de 2025, o STJ já havia decidido pela não inclusão da testemunha no processo. Em 2020, uma nova testemunha do caso, que é um taxista, afirmou ter visto a ação dos policiais envolvidos e revelou que a vítima foi retirada viva do carro, com os braços em movimento. O depoimento do taxista foi aceito pelo Ministério Público à época e chegou a ser incluído no processo. Agora no g1 Para a família de Patrícia, a última decisão do STJ foi…
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