No Recife, Augusto Cury defende aumentar taxação das bets e diz que não apoia Lula nem Flávio em eventual 2° turno
inicio25/09/2026 às 17:40
]]> Em agenda no Recife, candidato à Presidência Augusto Cury fala sobre taxação das bets Candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury cumpriu agenda de campanha na manhã desta sexta-feira (25) no Recife e defendeu uma taxação maior sobre as bets . Ele participou de um encontro de lideranças de seu partido na Avenida Conselheiro Aguiar, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife (veja vídeo acima). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O candidato chegou ao local por volta das 11h10 acompanhado da esposa, militantes e de candidatos a deputado estadual e federal de seu partido. O presidente nacional do Avante, o deputado federal Luís Tibé (Avante/MG), também acompanhou o evento. Em conversa com a imprensa na chegada do encontro, Augusto Cury criticou as bets e disse que é preciso aumentar a taxação sobre as empresas de apostas: "Toda emoção que gera efeito rápido e curto pode gerar uma dependência, inclusive, da cocaína. Por exemplo, os 'shots' nas redes sociais podem gerar dependência grave, dependência psicológica. As bets, efeito rápido e curto, também geram dependência. Nós precisamos ou terminar com as bets, ou taxá-las de maneira concreta, grande. Porque hoje elas estão taxadas em 12%, os alimentos, em 18%, e os remédios, em 32%, bem como a energia. Não é possível isso. Então, elas têm que ser taxadas. E, de fato, nós não podemos aceitar milhões e milhões de pessoas asfixiadas pela dependência psicológica das bets", afirmou. O candidato, que aparece numericamente em terceiro lugar na última pesquisa Datafolha, disse acreditar que irá ao 2° turno, mas que caso não chegue na segunda fase da disputa, não vai apoiar Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas: "Infelizmente, o modelo de Lula da Silva está esgotado, o modelo econômico. E a ética de Flávio também está no processo de degradação e de falência. Então, não cogito apoiar nenhum dos dois. O que eu quero, de fato, é chegar no segundo turno, porque eu não amo o governo, não dependo do governo. Tenho o que os políticos jamais sonharam em ter. Para mim, é missão", declarou. Cury criticou a polarização política do país e prometeu, se eleito, pacificar o Brasil. "Eu…
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