← Voltar ao portal
Jovem Rio News

'Ninguém salva ninguém sozinho': artista transforma luto pela morte do irmão em conscientização sobre saúde mental

Destaques 10/10/2026 às 11:00
'Ninguém salva ninguém sozinho': artista transforma luto pela morte do irmão em conscientização sobre saúde mental
]]> Artista transforma luto pela morte do irmão em conscientização sobre saúde mental Desde a morte do irmão, em março de 2026, a artista plástica e empresária Luiza Pannunzio, de Sorocaba (SP), passou a usar as redes sociais para transformar o luto em uma forma de conscientização sobre saúde mental. Entre lembranças, reflexões e relatos sobre a trajetória de Francisco, ela expõe a própria dor com sensibilidade, mas também com indignação diante das circunstâncias que, segundo a família, antecederam a morte dele. Em meio às publicações sobre sua loja e o cotidiano, Luiza intercala desafios, gestos de afeto e histórias sobre o irmão. Os relatos também viraram uma forma de cobrar respostas e chamar a atenção para o atendimento oferecido a pessoas com transtornos mentais e às suas famílias. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Em uma das publicações, a artista resume a tentativa de ajudar o irmão em uma frase: “Ninguém salva ninguém sozinho. Ninguém. Mesmo sabendo disso, eu tentei.” Artista transforma indignação em ativismo após morte do irmão e usa redes sociais para conscientizar sobre saúde mental Arquivo Pessoal No relato, Luiza detalha um dos episódios que considera mais difíceis durante o período em que tentava ajudar Francisco: o irmão estava em uma rodovia paulista e precisava de socorro, mas duas concessionárias teriam informado que o trecho não pertencia às respectivas áreas de concessão. Em outra publicação, Luiza transforma a lembrança do irmão em reflexão. “Ninguém morre em vão, aos olhos meus. Ainda que debaixo d’água em lágrimas. Ou a melhor legenda seria: no que você pensa quando está só e em silêncio?” Quatro meses após a morte de Francisco, ela também escreveu sobre uma dimensão do luto que, para ela, vai além da saudade.“4 meses sem meu irmão Francisco. E a vida dos responsáveis segue enquanto a minha segue também, mas eu estou trabalhando dobrado. Dia e noite, noite e dia tentando restabelecer nossa família dentro da injustiça que foi te perder dessa maneira. Ou quando o luto não é apenas sentir saudade; é também investigar, escrever, organizar documentos, cobrar respostas, cuidar do papai e da mamãe e, ao mesmo tempo,…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial