Nina Silva defende inovação centrada em pessoas e diversidade no STS 2026
Destaques09/10/2026 às 21:03
]]> Nina Silva, palestrante Siará Tech Summit Sebrae/CE Inovar não significa apenas adotar novas tecnologias. Para Nina Silva, CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money e do D’Black Bank, inovação precisa estar diretamente ligada às pessoas, aos problemas que elas enfrentam e às oportunidades ainda pouco exploradas pelo mercado. A executiva levou essa reflexão ao público durante o segundo dia do Siará Tech Summit, nesta quinta-feira (8), ao falar sobre diversidade, inteligência artificial e transformação de negócios. Com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, gestão de negócios e transformação digital, Nina destacou que muitas oportunidades surgem justamente das ineficiências que empresas ainda não conseguem resolver. “Uma das coisas que você precisa estar atento é justamente quais são as ineficiências do seu mercado que você poderia ajudar a solucionar”, afirmou. Durante a fala, além de apontar caminhos para quem busca empreender, Nina destacou detalhes da própria trajetória profissional como exemplo. Ela contou que ouviu, ao longo da carreira, que não teria perfil para atuar como executiva e que deveria trabalhar em uma ONG, mesmo tendo formação e qualificações compatíveis com os profissionais que ocupavam aqueles espaços nas empresas que ocupava. Apesar desses entraves, ela destacou a importância de nunca deixar de acreditar no próprio potencial e seguir buscando trilhar um caminho que faça sentido à sua visão de mundo. “Então foi depois desse momento de resistência que decidi criar o meu próprio ecossistema para que empresas de pessoas como eu pudessem ter seu espaço no mercado de tecnologia e inovação”, disse. Para ela, ampliar a diversidade também significa enxergar mercados que permanecem muitas vezes subatendidos. Nina destacou que a população preta representa uma parcela expressiva do empreendedorismo brasileiro e que abrir espaço para diferentes perfis amplia a capacidade de empresas identificarem novas necessidades, produtos e soluções. Essa lógica, segundo a executiva, deve estar presente também na forma como as empresas inovam. Nem toda transformação precisa começar com inteligência artificial. “Temos vários jeitos de inovar sem IA…
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