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‘Nenhuma mãe espera receber seu filho assim’, diz mãe de menino autista mandado para casa pela escola em saco plástico na BA

Destaques 03/10/2026 às 16:06
‘Nenhuma mãe espera receber seu filho assim’, diz mãe de menino autista mandado para casa pela escola em saco plástico na BA
]]> Criança autista foi enviada para casa pela escola dentro de saco plástico e com fralda suja na Bahia Arquivo Pessoal “Nenhuma mãe espera receber seu filho em casa da forma em que eu o recebi, vestido em uma sacola”. O relato é de Camila de Jesus Almeida, mãe de um menino de seis anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que foi enviado para casa dentro de uma sacola plástica e com a fralda cheia de fezes por uma escola municipal de Alagoinhas, no interior da Bahia. O caso aconteceu em 24 de setembro, na Escola Municipal de Educação Integral do Campo. Segundo a mãe, a escola informou à família que a criança seria levada para casa porque não havia fralda e roupa disponíveis para fazer a troca. Camila, no entanto, afirma que os itens estavam na mochila do filho. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Em entrevista à TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, a mãe mostrou a sacola usada para levar o menino para casa. “Está aqui o lugar onde cortaram no saco plástico para que ele colocassem as perninhas dentro. Foi neste saco que a gestão mandou meu filho vestido para casa. Foi um susto, um desespero”, relatou. Segundo Camila, a mãe dela foi quem recebeu o menino em casa. Ao verificar a mochila, ela encontrou uma fralda e a roupa limpa que poderiam ter sido utilizadas para fazer a troca. “Minha mãe verificou a mochila dele e lá dentro estava a fralda e a roupa limpa para que fosse feita a troca. Não tinha justificativa ou motivo para mandar ele dessa forma”, afirmou. Camila de Jesus Almeida contou como filho foi enviado para casa dentro de saco plástico Rogenis Dias | TV Subaé Ainda conforme a mãe, ela entrou em contato com a direção da escola logo após saber do ocorrido e questionou o motivo de o filho ter sido colocado dentro da sacola. Segundo Camila, a diretora afirmou que havia sido responsável pela decisão e que fez isso para evitar que o menino sujasse o carro da Secretaria Municipal de Educação. “Eu disse que não aceitava nem admitia. Meu filho foi humilhado”, contou. A mãe também destacou que o menino é autista não verbal e, por isso, não teria condições de relatar o que havia acontecido. “Ele…
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