'Não precisavam ter feito isso com ele', diz filha de idoso que morreu após ser jogado de banco no Paraná
Destaques07/11/2026 às 14:00
]]> Idoso bate a cabeça e morre depois de ser derrubado de banco no Paraná João Batista de Matos, de 62 anos, morreu após passar três dias internado por ter sido derrubado de um banco em Carlópolis, no Norte do Paraná. Assista ao vídeo acima. A filha dele, Eliany Marques de Matos, conversou com a RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, no momento em que foi à Polícia Científica de Londrina para liberar o corpo do pai para o velório e o sepultamento. Para ela, não é possível justificar a atitude dos homens que pegaram o mobiliário e acaram derrubando o idoso. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp "É, desumano, sabe? Eles não precisavam ter feito isso com ele. Eu queria só que o meu pai estivesse aqui com a gente. E eu quero justiça. É só isso que eu espero", disse Eliany. Ágatha Matos, sobrinha da vítima, disse não ter conseguido assistir às imagens que mostram o momento em que João é derrubado. "Ele tem alguns problemas no corpo, usava ferro no braço, na boca e tudo, então um braço dele não funcionava direito", disse. Em nota, a Polícia Civil (PC-PR) disse em nota que, com a morte da vítima, o fato passa a ser apurado como possível homicídio. "A investigação está em andamento para esclarecer se houve dolo eventual ou homicídio culposo", consta no comunicado. Idoso bate a cabeça e morre depois de ser derrubado de banco no Paraná Reprodução O que a imagem mostra João estava sentado em frente a um mercado da cidade na noite de terça-feira (3). Câmeras de segurança registraram o momento em que algumas pessoas se aproximaram dele. Em seguida, dois homens levantam o banco, enquanto o idoso ainda está sentado. Com o movimento, João cai no chão, batendo a cabeça. O idoso sofreu traumatismo craniano e teve lesões graves no pescoço. Ele foi socorrido, ficou internado em Londrina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Os dois homens que ergueram o banco chegaram a ser presos, mas foram soltos e respondem em liberdade. Em nota, o advogado Ilton Inácio, que os representa, afirmou que não houve intenção de ferir ou provocar a morte da vítima. Ressaltou ainda que eles permaneceram no local e auxiliaram no socorro de João. Leia a íntegra da nota a seguir. LEIA…
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