'Nação Ubuntu - A Voz dos Silenciados' faz estreia mundial no Festival do Rio e traz às telas o trabalho humanitário em campo de refugiados no Malaui
Rio de Janeiro01/10/2026 às 14:10
]]> O documentário “Nação Ubuntu - A Voz dos Silenciados”, dirigido por Paulo Henrique Fontenelle e produzido por Iafa Britz, faz sua estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio nesta segunda-feira. A obra acompanha a transformação social promovida por quatro refugiados em um campo no Malaui com apoio institucional da ONG brasileira Fraternidade Sem Fronteiras. Quem sai de 'A fazenda' hoje? Adryana Ribeiro, Daniel Erthal e Maíra Charken estão na roça; veja parcial da enquete 'Avenida Brasil': saiba quem vai interpretar cada personagem na continuação brasileira e na versão portuguesa No Dia do Idoso, veja os atores 70+ que seguem em plena atividade nas novelas; lista traz Tony Ramos, Renata Sorrah e mais O filme mostra o contexto de crise humanitária no qual Maick Mutej, Prince Kalolo, Felly B. Zihalirwa e Frank Donatien estão inseridos e as condições precárias em que as pessoas vivem no campo de refugiados, impedidos de sair ou exercer profissões, sem documentação ou cidadania reconhecida, sofrendo hostilidade dos moradores do Malaui. Além disso, o documentário denuncia a situação de crise em vários países da África, principalmente a República Democrática do Congo, que se encontra em uma guerra civil pouco noticiada mundialmente. A produção nasceu do contato da produtora Iafa Britz com o trabalho da Fraternidade Sem Fronteiras, em sua primeira visita a Moçambique em 2015 e depois ao Malaui, em 2019, quando convidou Fontenelle para conhecer a iniciativa. Ele não só aceitou o convite como viu a oportunidade para um documentário. Em março de 2020, Iafa, Paulo, o diretor de fotografia Julio Cesar Siqueira e Andrei Moreira, diretor voluntário da ONG, passaram dez dias no campo Dzaleka e ficaram impactados com o projeto para educação, batizado de “Nação Ubuntu", desenvolvido por quatro refugiados congoleses que ali viviam - Maick, Prince, Feli e Frank – e a brasileira Clarissa Paz, que deixou o Brasil para se dedicar à missão humanitária no Malaui. O filme conta também com a consultoria de Renato Noguera, escritor e estudioso da causa negra e da história da África. Devido à pandemia de COVID-19, a produção só conseguiu retomar as filmagens cinco anos depois,…
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