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Jovem Rio News

Mulheres são mais inteligentes emocionalmente que homens, e isso é um problema, revela estudo

Rio de Janeiro 13/10/2026 às 19:08
Mulheres são mais inteligentes emocionalmente que homens, e isso é um problema, revela estudo
]]> Quem vem à sua mente quando você pensa em alguém emocionalmente inteligente? Alguém capaz de perceber o clima de um ambiente, acalmar uma discussão e que sabe exatamente o que dizer quando um amigo está passando por dificuldades? Para muitas pessoas, essa pessoa é uma mulher. Essa crença é tão difundida que a psicologia popular a trata como um fato. Decidimos assim colocar essa suposição à prova. Nosso novo estudo analisou quase três décadas de pesquisas, de 1995 a 2023, em 76 países e com mais de 600 mil pessoas. Queríamos responder a uma pergunta simples: as mulheres são realmente mais inteligentes emocionalmente do que os homens? A resposta principal é sim: em média, as mulheres obtêm pontuação mais alta de inteligência emocional que os homens. Mas a descoberta mais útil é o tipo de inteligência emocional em que as mulheres parecem se destacar e o que isso pode custar às pessoas que a possuem. Inteligência emocional é a capacidade de reconhecer, compreender e regular as emoções em si mesmo e nos outros. Ao analisarmos cada elemento da inteligência emocional, verificamos que a vantagem feminina se concentrava na parte da equação relacionada aos “sentimentos dos outros”. Isso significa reconhecer o que outra pessoa está sentindo, compreender o motivo e ajudá-la a lidar com isso. Uma criança tem uma crise de choro, um colega fica em silêncio depois que sua ideia é rejeitada em uma reunião, uma negociação fica tensa. Muitos homens também são excelentes nisso, e muitas mulheres não são. Nosso estudo traz médias calculadas a partir de centenas de milhares de pessoas, não previsões sobre qualquer pessoa específica na sala. Mas essa diferença se deve simplesmente à biologia? Não podemos descartar totalmente os fatores biológicos ou hormonais. Mas dois padrões em nossos dados apontam para outra direção. A vantagem feminina é muito menor em crianças do que em adultos, e essa diferença vem diminuindo ao longo das três décadas abrangidas por nossos dados. Isso não é o que se esperaria de algo determinado desde o nascimento. Embora os dados de nosso estudo não possam nos indicar as razões exatas pelas quais essas diferenças surgem, esse padrão se alinha ao que se…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
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