Mulher trans revela à família que foi espancada por cliente em parque no Acre
Destaques29/10/2026 às 22:03
]]> Hadassa Oliveira Marques foi espancada em um parque de Rio Branco Reprodução Hadassa Oliveira Marques, de 23 anos, segue internada no Pronto-Socorro de Rio Branco se recuperando das agressões que sofreu no Parque do Igarapé São Francisco no último domingo (25). Mesmo ainda muito machucada, a vítima conseguiu contar para a família que um cliente a chamou para um programa sexual e lá começaram as agressões. Ela foi deixada desacordada e sem roupas no parque. Hadassa foi agredida principalmente na região do rosto. Ela aguarda um procedimento no maxilar, que foi quebrado nas agressões. O nariz de Hadassa também foi ferido gravemente. (Veja abaixo como denunciar casos de violência contra à mulher) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp "A pessoa que fez isso ou a levou para essa emboscada se apresentou como cliente e pediu para ela ir para um lugar mais reservado. Acredito que não foi só uma pessoa que fez isso com minha irmã. Fui com os policiais até lá, encontraram algumas casas com câmeras e vão pegar as imagens. Acredito que foi um crime de ódio", lamentou a técnica de enfermagem e irmã de Hadassa, Rafaela Oliveira. O Ministério Público do Acre (MP-AC) divulgou que o Centro de Atendimento à Vítima (CAC) acompanha o caso. A equipe mantém contato com a assistêncial social do Pronto-Socorro de Rio Branco, onde Hadassa está internada. Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque em Rio Branco Ao g1, a Polícia Civil confirmou que o caso foi apurado, inicialmente, pela Delegacia da 5ª Regional. Depois, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que colhe os depoimentos e segue com as investigações. A polícia pede que, quem tiver informações sobre o suspeito, entre em contato nos telefones 181, 190 ou (68) 99922-1111. A identidade é preservada. Agressões Ainda segundo Rafaela, Hadassa contou que lembra apenas o início das agressões, que começaram quando ela estava de costas. Com o maxilar quebrado, a vítima ainda não consegue falar e relatar o que houve. "Hadassa é de uma família humilde, mas ela tem uma família que ama está destruída. E mesmo quem não tem ninguém, ainda é um ser…
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