Mulher é espancada até a morte no Rio; polícia intimou suspeita que tem antecedentes por ameaça e lesão corporal
Rio de Janeiro15/10/2026 às 18:54
]]> Uma briga envolvendo um grupo de mulheres terminou com a morte de Nádia Ferreira Lima, de 48 anos, na noite de segunda-feira (12), em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. A vítima teria sido espancada durante uma confusão que começou após um desentendimento envolvendo uma de suas filhas. A Polícia Civil investiga o caso e já intimou a principal suspeita das agressões, uma mulher de 34 anos, que tem quatro anotações criminais anteriores. O desentendimento teve início quando Natalie Ferreira, filha de Nádia, discutiu com a suspeita, que teria feito comentários ofensivos sobre sua irmã, que é cadeirante. Conforme publicou o portal de notícias g1, a jovem contou que chegou a entrar em confronto físico com a mulher, mas voltou para casa, onde a mãe tentou tranquilizá-la. "A gente estava andando e conversando quando ela começou a provocar. Em determinado momento, disse que cadeirante apanha na cara. Minha irmã é cadeirante. Eu me revoltei, parti para cima dela e nós brigamos. Quando cheguei em casa, minha mãe tentou me acalmar e pediu para eu deixar isso para lá", contou Natalie ao portal g1. A situação, porém, não terminou ali. Segundo a filha da vítima, a mulher retornou pouco depois, acompanhada de um grupo, e uma nova confusão começou em frente à residência da família. Foi nesse momento que Nádia acabou agredida. "Não demorou nem dez minutos e ela apareceu com umas sete, oito, nove meninas. Uma delas puxou o cabelo da minha mãe. Colocaram a cabeça dela ladeira abaixo. Foi quando a minha mãe caiu e bateu a cabeça", afirmou Natalie ao g1. Imagens compartilhadas nas redes sociais registraram Nádia caída no chão, cercada por várias pessoas. Policiais militares do 27º BPM (Santa Cruz) foram chamados para atender uma ocorrência de lesão corporal e encontraram a mulher inconsciente, recebendo atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo a PM, as pessoas responsáveis pelas agressões já tinham fugido. De acordo com a reportagem do g1, sete pessoas que estavam no local foram ouvidas na 43ª DP (Guaratiba). Todas negaram envolvimento nas agressões e afirmaram que tentaram interromper a briga entre Nádia e a agressora. Em seus…
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