Mulher desaparece após sair para encontrar ex e caso chega a júri popular 13 anos depois em MG
Destaques19/10/2026 às 20:25
]]> Praça AntônioMarques, Bugre - MG Wikipedia Um homem acusado de matar a ex-companheira, desaparecida há mais de 13 anos em Bugre, no Leste de Minas, vai ser levado a júri popular. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), após recurso apresentado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e divulgada nesta segunda-feira (19). A mulher tinha 23 anos quando desapareceu, no dia 6 de dezembro de 2012, após sair para encontrar o ex-companheiro. Desde então, nunca mais foi vista e o corpo não foi localizado. Segundo a denúncia, o relacionamento era marcado por agressões, ameaças de morte e conflitos relacionados à guarda do filho do casal e ao pagamento de pensão alimentícia. Mesmo sem a localização do corpo, a Justiça considerou que existem provas indiretas suficientes para indicar a ocorrência de um homicídio, além de indícios da participação do acusado. Ele será julgado por homicídio qualificado por motivo torpe, diante da suspeita de que o crime tenha sido motivado pelos conflitos familiares. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp O homem nunca chegou a ser preso e responde ao processo em liberdade. Ao g1, o promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro informou que ainda não há data marcada para o julgamento, mas a expectativa do Ministério Público é que o júri seja realizado em 2027. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Histórico de violência e disputa pela guarda do filho De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, a jovem foi casada com o acusado por aproximadamente três anos. Durante o relacionamento, ela teria sofrido agressões e ameaças de morte. Segundo o MPMG, o homem chegou a tentar matá-la durante a gravidez, o que levou a mulher a deixar a residência do casal e passar a morar com os pais, em Ipatinga. Posteriormente, o acusado convidou a jovem para voltar a viver com ele, em Bugre, com a justificativa de que os dois poderiam cuidar do filho juntos. Ela aceitou o convite e se mudou com a criança. No entanto, segundo a denúncia, as agressões voltaram a acontecer. O Ministério Público também apontou que a mulher passou a enfrentar conflitos relacionados à interferência…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.