Mulher cadeirante de 96 anos consegue votar em local sem acessibilidade após três horas de espera e com ajuda de repórteres
Destaques25/10/2026 às 19:05
]]> Mulher cadeirante de 96 anos vota em local sem acessibilidade após 3 h de espera Uma mulher cadeirante de 96 anos enfrentou dificuldades para votar neste domingo (25) em uma seção sem acessibilidade em Ribeirão Preto (SP). Ela só conseguiu chegar à seção com ajuda de dois profissionais de imprensa que acompanhavam a situação. “Eu faço questão. Eu estou com 96 anos, poderia nem pensar nisso, mas eu gosto. Eu estou viva”, diz dona Rogéria Moreira da Silva. A idosa tem problemas para andar. Ela fez uma cirurgia ortopédica em julho deste ano, mas a recuperação foi comprometida e ela acabou tendo que usar cadeira de rodas para se locomover. Segundo a Justiça Eleitoral, o eleitor com deficiência pode requerer a transferência do local de votação para uma seção com acessibilidade junto ao cartório eleitoral até 20 de agosto. A família, no entanto, acabou perdendo o prazo. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Rogéria Moreira da Silva, de 96 anos, espera três horas para votar em Ribeirão Preto, SP Eudis Filho/CBN Ribeirão Voto no 1º turno No 1° turno, ela conseguiu votar na Escola Otoniel Mota, no Centro, com ajuda de policiais e de um eleitor que estavam no local. “Ninguém da Justiça Eleitoral ajudou, disse que não podia, tinha que ser só a família. Então, a polícia ajudou e um eleitor ajudou. Ela subiu e ela votou no primeiro turno”, diz a filha, a empresária Regiane Aparecida Vieira da Silva. No período de intervalo entre os dois turnos, Regiane entrou em contato com a Justiça Eleitoral, mas não conseguiu fazer a transferência do título da mãe para uma seção no térreo. “Tentei entrar em contato com a Justiça Eleitoral para ela vir no 2º turno no local aqui embaixo. Eles não me atenderam, disse que só depois do dia 2 não tinha como fazer.” Ajuda inesperada Neste domingo, dona Rogéria fez questão de registrar o voto novamente, mas, segundo a filha, mesários informaram que própria família precisava providenciar a chegada dela novamente ao 1° andar. “Então, ela veio agora votar, só que agora não tem um policial. Liguei para o bombeiro, o bombeiro não pode ajudar. Liguei para o Samu, não pode ajudar. E a pessoa da Justiça Eleitoral também não ajuda e…
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