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Mpox: casos aumentam no Rio; doença mata? Passa pelo beijo? Veja respostas às principais dúvidas

Destaques 06/11/2026 às 05:00
Mpox: casos aumentam no Rio; doença mata? Passa pelo beijo? Veja respostas às principais dúvidas
]]> g1 responde às principais buscas do Google sobre a Mpox Os casos de mpox voltaram a crescer no Rio de Janeiro. Apenas em setembro e outubro, a capital fluminense confirmou 74 infecções, número sete vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Em meio ao aumento, o Ministério da Saúde autorizou, nesta quinta-feira (5), a compra de até 20 mil doses da vacina contra a doença para reforçar os estoques do Sistema Único de Saúde (SUS). O governo também enviou outras 2 mil doses ao estado do Rio de Janeiro, elevando para 3,5 mil o total destinado à região neste ano. Apesar da alta localizada, o cenário nacional ainda é bem diferente do observado durante o surto de 2022. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil confirmou 665 casos de mpox em 2026, uma redução de 94% em comparação com os mais de 10 mil registros de quatro anos atrás. Mas o aumento recente também traz de volta dúvidas sobre a doença: a mpox pode matar? É transmitida pelo ar? O beijo oferece risco? Existe tratamento? E quem pode receber a vacina? Para esclarecer essas questões, o g1 reuniu explicações de infectologistas sobre as principais formas de transmissão, os sinais de alerta e os cuidados necessários para evitar a infecção. Brasil autoriza compra de até 20 mil doses de vacina contra mpox Adobe Stock Mpox pode matar? Sim, mas as mortes são raras. Para a maioria das pessoas, a mpox provoca sintomas leves ou moderados e desaparece sem causar complicações graves. O risco é maior, porém, entre pacientes com o sistema imunológico comprometido, como pessoas vivendo com HIV sem tratamento adequado, transplantados e pacientes em tratamento contra o câncer. “Pode matar, sim, mas isso é raro. Hoje, para a população em geral, o risco é considerado baixo”, afirma Álvaro Costa, infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), consultor técnico do Ministério da Saúde para Infecções Sexualmente Transmissíveis e coordenador do serviço de HIV do Hospital das Clínicas da USP. Segundo Marcos Vinicius Borges, também infectologista da SBI, a letalidade observada nos surtos globais mais recentes geralmente ficou abaixo de 1%. Esse percentual, entretanto, pode ser maior em locais onde o…
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