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MPMS investiga infestação de moscas em duas cidades de MS; usina e granja são alvos

Destaques 16/10/2026 às 13:06
MPMS investiga infestação de moscas em duas cidades de MS; usina e granja são alvos
]]> Moradores denunciam infestação de moscas, e MP apura casos em MS MPMS O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) investiga a proliferação de moscas em pelo menos duas cidades do estado. Em Angélica, a apuração busca esclarecer se há relação entre a presença dos insetos e as atividades de uma usina de açúcar e álcool. Já em Ivinhema, a investigação envolve uma granja avícola, onde fiscais encontraram larvas de moscas e problemas no manejo de resíduos. Os dois casos são investigados separadamente e começaram após relatos de moradores sobre os transtornos provocados pelos insetos. As apurações buscam esclarecer as causas da infestação, verificar possíveis irregularidades ambientais e sanitárias e avaliar as medidas necessárias para solucionar os problemas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Agora no g1 Angélica: suspeita envolve usina de açúcar e álcool Em Angélica, o MPMS instaurou um inquérito civil para apurar se a proliferação de moscas do estábulo tem relação com as atividades de uma usina localizada na zona rural do município. Moradores e produtores rurais relataram prejuízos à criação de animais, à produção de leite e à rotina das propriedades. Também há relatos de ataques dos insetos a pessoas e de mortes de animais domésticos. Uma das hipóteses investigadas é a de que o manejo inadequado de resíduos orgânicos da atividade sucroenergética, como a vinhaça, possa favorecer a reprodução das moscas. A relação, no entanto, ainda precisa ser comprovada. A investigação considera informações de fiscalizações da Polícia Militar Ambiental, que vistoriou o pátio de compostagem de material orgânico e os reservatórios de vinhaça da propriedade onde fica a usina. O MPMS também pretende analisar documentos técnicos para esclarecer as possíveis causas do problema. A usina possui licença de operação renovada pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), válida até 27 de outubro de 2031. Mesmo assim, o Ministério Público apura se as atividades podem estar provocando impactos ambientais ou riscos à saúde pública. Ivinhema: granja foi interditada após fiscalização Moradores denunciam infestação de moscas, e MP apura casos em MS…
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