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MPF dá 48 horas para prefeitura de MS explicar ameaças de envenenamento contra indígenas

Destaques 28/10/2026 às 21:33
MPF dá 48 horas para prefeitura de MS explicar ameaças de envenenamento contra indígenas
]]> Lideranças indígenas denunciam ameaça de envenenamento de água em aldeia de MS O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) deu prazo de 48 horas para que a Prefeitura de Tacuru se manifeste sobre ameaças de envenenamento contra indígenas da região, atribuídas a um servidor municipal. Entenda aqui o que se sabe e o que falta esclarecer sobre caso de ameaças a indígenas em MS Entre os esclarecimentos solicitados pelo órgão estão a apuração da autoria e da autenticidade das gravações, além da investigação sobre a divulgação dos áudios com intimidações direcionadas aos povos indígenas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O MPF também quer saber quais medidas foram adotadas para garantir a segurança das comunidades e a continuidade dos serviços essenciais prestados aos indígenas. Além disso, o órgão recomendou o afastamento do servidor e a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Segundo o prefeito de Tacuru, Rogério Torquetti, as duas medidas já foram adotadas. O caso é acompanhado pelo 6º Ofício da Procuradoria da República em Dourados (MS). Apuração sobre supostos ataques em Naviraí O procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida também instaurou uma apuração sobre supostos homicídios que teriam sido motivados por conflitos políticos em Naviraí, no sul de Mato Grosso do Sul. Na cidade, porém, lideranças das comunidades indígenas Kurupi e Mboreviry negaram a ocorrência de ataques contra seus integrantes. Em resposta a pedidos de informação, a 4ª Promotoria de Justiça de Naviraí e a Prefeitura Municipal esclareceram que o caso registrado na cidade foi uma tentativa de duplo homicídio decorrente de um desentendimento familiar, sem motivação política ou étnica. As autoridades também informaram que fotografias relacionadas ao crime circularam na internet de forma adulterada e fora de contexto, sendo falsamente associadas a um suposto ataque contra indígenas. A análise de documentos oficiais e consultas ao sistema interno do MPF (RADAR/SPPA) indicaram que as duas vítimas, identificadas como Junho Alves Fernandes e Renan Willian de Souza Vieira, não possuem histórico de pertencimento indígena. O mesmo foi…
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