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MP investiga suspeita de incêndios criminosos em Autazes após decreto de emergência

Destaques 15/10/2026 às 13:24
MP investiga suspeita de incêndios criminosos em Autazes após decreto de emergência
]]> Incêndio atinge bairro de Autazes Reprodução/Redes Sociais Após figurar entre os municípios brasileiros com mais focos de queimadas no início de outubro, Autazes, no interior do Amazonas, passou a ser alvo de investigação do Ministério Público do Amazonas (MPAM). O órgão abriu um inquérito civil para apurar as causas de incêndios florestais registrados entre domingo (11) e terça-feira (13) e notificou o prefeito Thomé Neto para informar se a prefeitura autorizou queimadas no município em setembro e outubro deste ano. Instaurada na terça-feira (13), a investigação busca identificar possíveis responsáveis pelos incêndios e apurar eventuais danos ambientais. Para isso, o MPAM cobrou providências de órgãos ambientais e policiais. O inquérito foi aberto em meio ao avanço das queimadas em Autazes, que decretou situação de emergência ambiental, sanitária e agropecuária por 90 dias. O Corpo de Bombeiros aponta indícios de que parte dos incêndios tenha sido provocada intencionalmente. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No mesmo dia, a Promotoria de Justiça de Autazes, coordenada pelo promotor Carlos Firmino Dantas, se reuniu com representantes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) para tratar das ações de combate ao fogo. Incêndio de grandes proporções atinge área de vegetação em Autazes, no Amazonas "Existe um procedimento extrajudicial em andamento há três meses, por meio do qual todos os órgãos do município estão empenhados no combate aos incêndios, que, muitas vezes, são criminosos. Dessa forma, tanto as Polícias Militar e Civil, o Ministério Público e a Guarda Municipal têm se empenhado para localizar e responsabilizar os causadores", informou o promotor. Segundo ele, Autazes conta com mais de 30 bombeiros militares, veículos de combate a incêndios e apoio de helicópteros de órgãos estaduais, municipais e federais. "O objetivo é que procedamos, em seguida, com as devidas responsabilizações criminais via ação civil pública (ACP), tendo em vista que a terra tem função social e aquele que promove a queima ou incêndio está descumprindo a função social da propriedade", argumentou. MP cobra informações de órgãos ambientais e policiais No inquérito…
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