MP acompanha caso de mais de 100 pessoas que deixaram casa de acolhida e passaram a noite em posto na BR-230 em Santa Rita, na PB
Destaques23/10/2026 às 19:30
]]> Grupo de internos fica desamparado e passa a noite em posto O Ministério Público da Paraíba (MPPB) acompanha o caso em que mais de 100 pessoas que deixaram uma casa de acolhida em Santa Rita, na Grande João Pessoa, na quinta-feira (22), e parte do grupo passou a noite em um posto de combustíveis às margens da BR-230, na Paraíba. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Em nota, o órgão disse que as pessoas abrigadas no local foram encaminhadas para os lugares de origem, na Paraíba, em Pernambuco e Sergipe. 24, das cerca de 170, permanecem na casa, sob responsabilidade da prefeitura, até que sejam localizados seus parentes ou responsáveis. O MP disse ainda que o promotor de Justiça Francisco Lianza se reuniu, nesta sexta-feira(23), com a secretaria de Assistência Social e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Santa Rita. A nota afirma que a promotoria aguarda o relatório que está sendo feito pela secretaria de Assistência Social de Santa Rita para definir os próximos passos do Ministério Público na apuração do caso. Mãe relata ida à Paraíba para buscar filho no local A mãe de uma das pessoas acolhidas em instituição de reabilitação viajou cerca de 10 horas para encontrar o filho, que integra parte do grupo de internos que deixou granja em Santa Rita, na Grande João Pessoa, e passou a noite em um posto de combustíveis às margens da BR-230. À TV Cabo Branco, mulher relatou que não foi informada pelos responsáveis e que encontrou filho em situação precária. A mulher que trabalha como lavradora no município de Itabaiana, em Sergipe, relatou à TV Cabo Branco que enviava R$ 1500 reais por mês para manter o filho na casa de acolhimento. Além disso, ela também enviava itens pessoais, como roupas e chinelo. "Mas ele está aqui numa situação precária descalço, sofrendo com fome e com sede", disse. A mãe do interno disse ainda, que foi avisada pela mãe de outra pessoa acolhida para que ela visse buscar o filho. "A instituição não entrou em contato com a nossa família. Nem comigo nem com ninguém para avisar que eles tinham fugido. Eu não sei o que aconteceu", relata. Segundo a mulher, a instituição fazia uma chamada de vídeo…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.