Morto pela PM, suspeito de chefiar bando no Chapadão respondia por morte de barbeiro na Zona Norte
Rio de Janeiro04/11/2026 às 07:00
]]> Morto em uma troca de tiros com policiais militares no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira, Rodrigo Santos, de 41 anos, conhecido como Pará, é apontado em processos que tramitam na Justiça como integrante do Comando Vermelho (CV) e segundo homem na hierarquia do bando na comunidade. Em um dos casos, ele e outras quatro pessoas tiveram as prisões preventivas decretadas pela 4ª Vara Criminal do Rio, no dia 8 de julho de 2026, por suspeita de envolvimento na morte do barbeiro Fábio Oliveira Fortes, de 26 anos. Complexo do Chapadão: homem apontado pela PM como chefe na região é morto durante operação Cidade de Deus tem operação da PM: suspeito morre em troca de tiros e outros quatro são presos Por conta de outros crimes, Pará tem ainda mais três mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em seu nome. Segundo o processo que tramita na 4ª Vara Criminal, Rodrigo Santos teria envolvimento em disputas territoriais com a facção rival Terceiro Comando Puro (TCP) em comunidades que dividem o Complexo do Chapadão e o Complexo da Pedreira, em Costa Barros. Sem qualquer envolvimento com o crime, Fábio perdeu a vida justamente em um ataque promovido por traficantes do CV. Ele conversava com um amigo na porta de sua barbearia, no Morro do Chaves, na Pedreira, quando, por volta das 8h20 do dia 1º de maio de 2025, homens armados pararam um carro no local. Em seguida, um deles atirou contra a dupla e atingiu a vítima. O barbeiro foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Costa Barros e, em seguida, transferido para o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. Ele, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu. A pessoa que conversava com Fábio conseguiu fugir correndo. Material apreendido em operação da PM no Complexo do Chapadão Divulgação / Polícia Militar Segundo despacho do juízo que decretou a prisão de Rodrigo Santos, a vítima foi morta apenas porque trabalhava em uma área que tinha territórios controlados por uma facção rival do CV. " O fato criminoso imputado aos denunciados reveste-se de extrema gravidade na medida em que os autos noticiam que a vítima teve sua vida ceifada simplesmente por…
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