Morte em rope jump: Justiça conclui depoimentos de testemunhas de acusação
inicio24/09/2026 às 22:07
]]> Justiça ouve novos depoimentos sobre morte de jovem em salto de rope jump A Justiça concluiu nesta quinta-feira (24) os depoimentos das 16 testemunhas de acusação sobre a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, lançada sem cordas durante um salto de rope jump no dia 13 de junho deste ano. A conclusão dessa parte ocorreu após três sessões, sendo que a primeira foi no dia 17 de setembro e a segunda, nesta quarta-feira (23). Agora, a Justiça inicia a fase dos depoimentos das 15 testemunhas de defesa, além de uma definida pelo próprio juiz. O dia em que essa etapa irá começar não foi divulgado. Siga o g1 Piracicaba no Instagram Somente depois de todas as testemunhas, os réus, Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves, serão ouvidos, mas também não há confirmação de quando isso ocorrerá. Os quatro são os instrutores diretamente ligados ao salto da vítima e a mulher apontada como organizadora do evento. Todos estão presos preventivamente. Eles respondem criminalmente por homicídio com dolo eventual qualificado, sendo que Evelyne também é acusada de fraude processual (veja abaixo). Morte em rope jump: imagens em novo ângulo flagram reação de pessoas após jovem ser lançada de ponte no interior de SP Reprodução/EPTV LEIA TAMBÉM O que se sabe e o que ainda falta saber sobre morte de estudante da Esalq/USP em república Esalq diz que irá apurar morte de estudante em república Suspeito diz ter achado que grupo que lançou jovem sem cordas em rope jump era empresa regularizada: 'Eu acreditei' Denúncia do MP Na denúncia, o Ministério Público (MP) sustenta que os responsáveis pela execução do salto "tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias", como a conferência da conexão da corda de segurança e a realização da dupla checagem dos equipamentos. Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves - homicídio com dolo eventual, qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima Evelyne dos Santos Gonçalves - homicídio com dolo eventual, qualificado por omissão imprópria, e fraude…
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