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Morte de pesquisadora russa acende alerta sobre peste; EUA pedem transparência

Destaques 05/10/2026 às 19:11
Morte de pesquisadora russa acende alerta sobre peste; EUA pedem transparência
]]> Yersinia pestis é causadora da peste pneumônica e da peste bubônica picture-alliance/BSIP/J. Cavallini A morte de uma jovem que trabalhava em um instituto de pesquisa sobre a peste na região russa de Irkutsk, na Sibéria, provocou preocupações internacionais e uma onda de especulações sobre um possível acidente de laboratório. Os Estados Unidos pediram nesta segunda-feira (5) que Moscou fosse "transparente". As autoridades russas, no entanto, rejeitam qualquer ligação do caso com a peste pneumônica e garantem que a situação epidemiológica permanece sob controle. Segundo a Rospotrebnadzor, principal agência russa responsável pela saúde pública e vigilância epidemiológica, a pesquisadora de 28 anos morreu em consequência de uma "pneumonia de origem desconhecida". A agência informou que exames realizados não detectaram microrganismos relacionados à atividade profissional da funcionária e negou a ocorrência de um acidente envolvendo agentes biológicos. A versão contradiz veículos locais e posts nas redes sociais que informaram anteriormente que a pesquisadora teria deixado cair um tubo de ensaio durante o trabalho em um laboratório especializado em doenças infecciosas. Poucos dias depois, ela foi internada com sintomas respiratórios graves e morreu na sexta-feira (02/10), em um hospital de Shelekhov, perto de Irkutsk. Resposta russa acende alerta Apesar das negativas de Moscou sobre um acidente de laboratório, a resposta das autoridades sanitárias ao caso chamou atenção. O instituto de pesquisa foi colocado em quarentena, funcionários foram isolados e unidades hospitalares da região adotaram medidas emergenciais de contenção. De acordo com o governo russo, porém, não foram registrados novos casos entre os contatos monitorados. Siga o canal do g1 Bem-Estar no WhatsApp Agora no g1 A desconfiança internacional também foi ampliada por informações contraditórias divulgadas pelas próprias autoridades russas. Relatórios iniciais mencionavam uma "infecção particularmente perigosa", expressão normalmente reservada a enfermidades de alto potencial de transmissão e letalidade. EUA monitoram "de perto" Os Estados Unidos afirmaram acompanhar o episódio "de perto". Em…
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