← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Moradores de favelas do Rio se tornam corretores de seguros nas próprias comunidades

Rio de Janeiro 04/11/2026 às 22:10
Moradores de favelas do Rio se tornam corretores de seguros nas próprias comunidades
]]> Celebrado nesta quarta-feira (dia 4), o Dia da Favela chama atenção para a realidade dos cerca de 2,14 milhões de moradores de favelas e comunidades urbanas do estado do Rio, segundo o Censo 2022 do IBGE. Entre eles, apenas um quarto tem ganhos estáveis, de acordo com a pesquisa Sonhos da Favela 2026, do Data Favela. Uma das novas alternativas para gerar renda sem sair do território é atuar como corretor de microsseguros, atendendo os próprios vizinhos. Viu? Estudante da CDD viralizou após ter valor do Pé-de-Meia furtado; conheça as histórias de beneficiários do programa De onde vem o nome de favelas do Rio? Especialistas contam as histórias do Vidigal, Rio das Pedras e Maré No Rio, a iniciativa da Favela Seguros reúne 26 representantes locais no Complexo da Penha, na Rocinha, em Acari, no Complexo da Maré, na Vila Kennedy e na Vila Vintém. A operação começou no primeiro semestre de 2025, com equipes na Penha e na Rocinha. A partir dessa experiência, a empresa estruturou grupos nos outros quatro territórios. Os moradores selecionados recebem formação completa, paga integralmente pela empresa, com o objetivo de obter a certificação exigida pelas regras do setor para comercializar os produtos. Só depois de certificados eles passam a atender as famílias da comunidade. Em cerca de um ano e meio, somando Rio e São Paulo, mais de 50 pessoas foram capacitadas. Agora, a iniciativa se expande para outras regiões do país. A Favela Seguros foi criada pela Favela Holding e pela MAG Seguros, com apoio social da Central Única das Favelas (Cufa). Alternativa diante da renda instável A pesquisa do Data Favela ouviu 4.471 moradores maiores de 18 anos nas cinco regiões do país. No Rio, além do baixo índice de quem tem ganhos estáveis, 41% dizem não ter renda fixa. Somando quem vê o valor oscilar de um mês para o outro, oito em cada dez respondentes fluminenses convivem com a imprevisibilidade. O cenário nacional também é de aperto. Seis em cada dez entrevistados não contam com renda fixa, e 58% recebem até R$ 1.520 por mês. Apenas 25% têm carteira assinada, enquanto 34% estão na informalidade, sem registro ou fazendo bicos, e 17% estão desempregados. É nesse contexto que a…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial