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Mística de São Januário reforça o sentimento da virada do Vasco sobre o Palmeiras

Rio de Janeiro 08/11/2026 às 13:40
Mística de São Januário reforça o sentimento da virada do Vasco sobre o Palmeiras
]]> A derrota para o Boca Juniors, no Maracanã, que tirou o Vasco da final da Sul-Americana, há quase três semanas, precisa ter servido de lição. Para jogadores e comissão técnica? Negativo. Para a torcida vascaína. É ela, no grito, na confiança e na sinergia com a equipe quem poderá fazer a diferença neste confronto com o Palmeiras, hoje à tarde, em São Januário. Elenco por elenco, time por time, o de Abel Ferreira é mais bem formatado e experiente. Mas o coletivo treinado por Pedro Emanuel, vitaminado pela energia dos torcedores, tem capacidade para virar o duelo que perde por 1 a 0. A derrota para o Boca Juniors, no Maracanã, que tirou o Vasco da final da Sul-Americana, há quase três semanas, precisa ter servido de lição. Para jogadores e comissão técnica? Negativo. Para a torcida vascaína. É ela, no grito, na confiança e na sinergia com a equipe quem poderá fazer a diferença neste confronto com o Palmeiras, hoje à tarde, em São Januário. Elenco por elenco, time por time, o de Abel Ferreira é mais bem formatado e experiente. Mas o coletivo treinado por Pedro Emanuel, vitaminado pela energia dos torcedores, tem capacidade para virar o duelo que perde por 1 a 0. E cito a partida contra o Boca, no Maracanã, porque, apesar de ter comparecido em massa, a torcida do cruz-maltino foi mera espectadora. A ausência de suas duas principais referências do ataque (Andrés Gómez e Colidio), a vantagem de 1 a 0, construída na Bombonera, e o gol argentino na primeira bola alçada na área, logo aos 4 minutos, anestesiaram a massa. A catarse negativa tomou conta do estádio, e a energia que deveria ter gerado força e concentração acabou por transmitir impaciência, ansiedade e frustração. Compreensível, até. A vitória de quarta-feira sobre o Athletico, na Arena da Baixada, derrubando uma escrita incômoda, mostrou que os jogadores do Vasco têm a frieza que o momento exige. O treinador, pela primeira vez, jogou com três zagueiros e dois volantes, criando nova forma de buscar o resultado. E aqui não importa se a melhora da equipe na partida foi justamente quando ele abriu mão de um volante. Para os atletas, valeu a coragem pela inovação tática. E para a torcida, que não abandonou o…
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