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Ministro da Fazenda diz que vai apresentar medidas para perseguir centro da meta fiscal e que espera 'racionalidade' do mercado

Rio de Janeiro 27/10/2026 às 13:13
Ministro da Fazenda diz que vai apresentar medidas para perseguir centro da meta fiscal e que espera 'racionalidade' do mercado
]]> O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta terça-feira (dia 27) que o governo vai apresentar uma medida para perseguir o centro da meta fiscal. Ele também afirmou esperar "racionalidade" do mercado financeiro, diante do derretimento dos ativos na véspera. Atualmente há uma banda de -0,25% do PIB a 0,25% — quando for necessário fazer um contingenciamento. Atualmente, essa contenção é feita observando o piso. A meta fiscal de 2027 é de 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB), ou R$ 73,2 bilhões, mas o limite de tolerância inferior é positivo em R$ 36,6 bilhões. O Orçamento foi enviado ao Congresso em agosto com a previsão de superávit de R$ 83,4 bilhões em 2027 — numa conta que deduz despesas como parte dos precatórios. Considerando todos os gastos, o superávit previsto caía para R$ 18,6 bilhões. A medida é vista como necessária por analistas para melhorar o resultado primário, interromper o crescimento da dívida bruta — que subiu mais de 11 pontos no governo Lula 3, para 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) —, e contribuir para a queda dos juros básicos da economia (Selic). Controle Durante a campanha, o ministro da Fazenda disse que o governo faria a sua parte no controle das contas públicas para baixar os juros, considerado a “última milha” do ajuste fiscal. Em conjunto com o Desenrola 3.0, que pretende limpar o passivo financeiro das famílias, a equipe de Lula avalia que a queda estrutural dos juros vai permitir uma normalização do mercado de crédito.
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