Ministério Público do Paraguai acusa ex-presidente Peña formalmente e pede prisão preventiva
Destaques07/11/2026 às 18:12
]]> Impeachment de Peña foi aprovado por unanimidade; entenda crise no Paraguai O Ministério Público do Paraguai apresentou neste sábado (7) uma acusação formal contra o ex-presidente Santiago Peña por abuso de confiança e administração em benefício próprio. Os promotores também pediram à Justiça a prisão preventiva do ex-mandatário, que foi afastado do cargo após sofrer impeachment na última sexta-feira (6). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A acusação faz parte das investigações sobre o caso Ueno Bank, que apura irregularidades envolvendo a instituição financeira e seus antigos dirigentes. O ex-presidente do Banco Central do Paraguai, Carlos Dagoberto Carvallo Spalding, também foi acusado. Ele responde por abuso de confiança, administração em benefício próprio e falsificação de documentos públicos. A promotoria também pediu a prisão preventiva de Carvallo. ➡️ Peña estava preso temporariamente desde a noite da última sexta (6), quando foi destituído do cargo por unanimidade. O Ministério Público havia determiado sua detenção para garantir que tanto ele quanto o ex-cehfe do BC fossem prestar depoimento. Neste sábado, após formalizar as acusações, os promotores pediram à Justiça a prisão preventiva dos dois. A decisão agora cabe ao juiz. O ex-presidente paraguaio Santiago Peña ao chegar à Procuradoria-Geral do Ministério Público em Assunção, no Paraguai, em 7 de novembro de 2026. Fiscalia Paraguay/Handout via REUTERS As imputações foram apresentadas pelos promotores do caso após Peña e Carvallo prestarem depoimento. Os dois optaram por permanecer em silêncio. O processo contra Peña foi aberto formalmente na quinta-feira (5), pelo procurador-geral do Estado, Emiliano Rolón. A medida ocorreu após o recebimento de denúncias contra o então presidente e a ampliação de uma denúncia apresentada em 2025. O caso também envolve oito ex-diretores do Ueno Bank, acusados de crimes como gestão irregular durante uma situação de crise, abuso de confiança, tentativa de fraude e descumprimento da obrigação de manter livros contábeis. Eles também foram alvo de medidas cautelares e enviados ao Centro Nacional de Detenção de Tacumbú, enquanto as mulheres…
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