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Ministério da Saúde pede à Conitec análise de canetas emagrecedoras no SUS

rio 24/09/2026 às 20:53
Ministério da Saúde pede à Conitec análise de canetas emagrecedoras no SUS
]]> caneta emagrecedora Freepik O Ministério da Saúde protocolou nesta quinta-feira (24) um pedido para que a Conitec avalie a incorporação ao SUS de medicamentos à base de liraglutida e semaglutida para o tratamento da obesidade. A presença da liraglutida no pedido amplia o leque de opções em análise. Até agora, a discussão sobre uma eventual oferta dessas canetas na rede pública vinha se concentrando principalmente na semaglutida. A avaliação da Conitec é uma das etapas necessárias antes que esses medicamentos possam ser oferecidos de forma ampla pelo SUS. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que esses medicamentos seriam disponibilizados pelo SUS, mas ainda faltavam etapas técnicas para que isso pudesse ocorrer. Hoje, o SUS não oferece de forma ampla medicamentos para o tratamento da obesidade. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Há apenas um projeto-piloto, iniciado em junho em Porto Alegre (RS), que acompanha cerca de 250 pacientes com obesidade grave ou indicação de cirurgia bariátrica. O novo pedido ocorre em um cenário diferente do observado nas análises anteriores. Segundo o ministério, a entrada de novas marcas reduziu em cerca de 70% os preços desses medicamentos em menos de um ano. A pasta afirma que 25 canetas já têm registro no Brasil, 14 delas aprovadas em 2026. LEIA TAMBÉM: Lula diz que SUS fornecerá canetas emagrecedoras, mas medida ainda depende de três etapas Câncer de ex-comissária da Air France é reconhecido como doença profissional na França Por que alguns são mais propensos à depressão que outros? Sociedade Brasileira de Pediatria alerta para uso sem controle de canetas emagrecedoras por crianças e adolescentes A queda dos preços pode mudar uma das principais questões envolvidas em uma eventual oferta pelo SUS: o custo para a rede pública. Avaliações anteriores da Conitec apontavam impacto de bilhões de reais ao longo de cinco anos, dependendo do número de pacientes incluídos e do tempo de tratamento. O pedido apresentado agora inclui semaglutida e liraglutida, dois princípios ativos que já não têm proteção de patente, segundo o Ministério da Saúde. Apesar disso, mesmo com uma…
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