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Minilaboratório: como anel de R$ 3 mil ajuda Mirassol a monitorar o sono dos jogadores

Esportes 05/10/2026 às 20:06
Minilaboratório: como anel de R$ 3 mil ajuda Mirassol a monitorar o sono dos jogadores
]]> Mini laboratório: como anel inteligente ajuda Mirassol a monitorar os jogadores O Mirassol segue em busca de tecnologias extracampo para melhorar o desempenho e a recuperação dos jogadores. Uma delas cabe, literalmente, no dedo. O clube adotou um anel inteligente capaz de acompanhar diferentes indicadores dos atletas, principalmente durante o período em que eles estão longe do centro de treinamento. — A gente costuma dizer que ele é um mini laboratório que o atleta carrega no dia a dia. Ele dá várias informações, desde a hora que o atleta dormiu, a hora que acordou e quanto tempo demorou para pegar no sono. Temos temperatura do ambiente e do atleta, quantas vezes ele se mexeu na cama e outras informações. Reinaldo, lateral do Mirassol, comenta sobre a cobrança dos cartoleiros — O ideal seria usar 24 horas por dia para conseguirmos criar esse perfil do atleta. O anel dá muitas informações, inclusive de estresse e uso de cafeína – explica Rafael Pinto, fisiologista do clube. Veja também + Cruzeiro anuncia contratação de Paulinho, ex-executivo do Mirassol + Guia da área VIP: veja valores e atrações dos camarotes dos estádios da Série A + Mirassol completa um mês fora da zona de rebaixamento do Brasileirão Atacante Negueba mostra seu anel inteligente durante treino Gabriel Castro ✅ Clique aqui e siga o canal do ge Mirassol no WhatsApp! O funcionamento é simples. Ao chegar ao clube, o jogador recebe seu próprio anel e conecta o equipamento a um aplicativo no celular. Depois, precisa manter o Bluetooth ligado e carregar o dispositivo, em média, a cada cinco dias. A partir daí, as informações coletadas ficam disponíveis para os departamentos médico e físico. Ao acordar, o próprio jogador também pode consultar os dados no aplicativo. — Quando ele acorda, abre o aplicativo e já conseguimos ter esses dados online. A partir disso, conseguimos mapear cada atleta e traçar objetivos para intervir de acordo com a noite de sono que ele teve. Já tivemos casos de febre em que conseguimos detectar logo no primeiro momento em que abrimos o aplicativo e vimos que havia alguma alteração durante a noite. Lateral Daniel Borges do MIrassol Gabriel Castro Do colchão à cafeína O…
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