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Metrô: RJ, BNDES e Coppe assinam acordo para estudar extensão das linhas 2 e 4 e criação da Linha 3

Destaques 25/09/2026 às 22:30
Metrô: RJ, BNDES e Coppe assinam acordo para estudar extensão das linhas 2 e 4 e criação da Linha 3 O governo do estado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Coppe/UFRJ assinaram nesta quinta-feira (25) um acordo para estudar a expansão do sistema metroviário e a integração entre os novos trechos no Rio. Na mesa, estão três projetos: a extensão da Linha 2, do Estácio até a Praça XV; a ampliação da Linha 4, da Barra da Tijuca até o Recreio dos Bandeirantes; e a criação da Linha 3, com ligação entre a capital, Niterói e São Gonçalo. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp As propostas, no entanto, ainda estão na fase de estudos. Antes de qualquer obra, serão analisados fatores como a demanda de passageiros, a integração entre as linhas e o melhor traçado para cada trecho. A tentativa de levar o metrô até a Praça XV, por exemplo, tem quase 50 anos. Uma obra chegou a ser iniciada na década de 1980, mas foi interrompida. A extensão da Linha 4 também é discutida há pelo menos uma década. Já a ideia de levar o metrô para o outro lado da Baía de Guanabara é ainda mais antiga. A primeira proposta de uma ligação metroviária entre Rio e Niterói apareceu em planos de 1968, mas nunca saiu do papel. Para a Linha 3, uma das possibilidades que será analisada é a construção de um túnel subaquático entre o Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, e o bairro Gragoatá, em Niterói. Segundo a Secretaria Estadual de Transportes, os estudos precisam levar em conta a evolução das técnicas de engenharia nas últimas décadas. "Desde que esses estudos começaram a acontecer, a engenharia tem evoluído. Então, a gente tem estudos de 40 anos atrás com uma previsão. Hoje a técnica é outra. Então, realmente, a gente ainda não tem certeza de qual é o modelo que a gente vai fazer de engenharia", afirmou a secretária estadual de Transportes, Priscila Sakalem. BNDES vai financiar estudos Os estudos serão custeados inicialmente pelo BNDES. De acordo com o secretário estadual de Fazenda, Guilherme Mercês, depois da conclusão dos trabalhos, o estado deverá negociar com o banco a forma de pagamento e de financiamento das eventuais obras. O BNDES informou…
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