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Meta, Google e X dizem não haver irregularidades no canal 'Exército do Lula' após ordem de Nunes Marques

Mundo 23/10/2026 às 23:25
Meta, Google e X dizem não haver irregularidades no canal 'Exército do Lula' após ordem de Nunes Marques
]]> A Meta afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou irregularidades no canal 'Exército do Lula' no Whatsapp. Ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, a empresa afirmou que não há, no espaço digital comandado pelo deputado André Janones (Rede-MG), "violação das políticas" do aplicativo ou ação coordenada irregular em publicações feitas no Instagram do parlamentar. A Meta explicou que os canais do Whatsapp seguem regras diferentes do Instagram e do Facebook. Segundo a empresa, os termos de serviço do aplicativo de mensagens "proíbem especificamente o uso de seus serviços para coordenar danos, publicar falsidades ou deturpações, fazer-se passar por alguém ou enviar comunicações ilegais ou não permitidas, como mensagens em massa, mensagens automáticas ou discagem automática". Assim, a plataforma indicou que a "atuação coordenada" que não é permitida nos canais do Whatsapp é a que está relacionada a "atividades violentas ou criminosas, e não a mobilização política lícita". "Nenhuma dessas políticas trata como ilícita, em si, a mobilização de pessoas reais e identificadas, que o art. 28, § 6º-A, da Resolução nº 23.610/2019 admite. O r. despacho de ID 180201232 o reconheceu: “a mobilização de apoiadores é lícita e somente perde proteção quando empregada para fins ilícitos”", destacou a empresa. A Meta diz ter apresentado ao TSE o relatório técnico que "constatou que não há violação das políticas". O documento, segundo a big tech, detalha como conteúdos violadores são identificados pela plataforma. Além disso, foi informado que todos os dados do canal foram preservados, caso sejam necessárias novas verificações. A empresa ressalvou, no entanto, que ainda não conseguiu examinar todos os documentos apresentados no processo. Parte das provas foi entregue em um pen drive, ao qual a Meta afirma ter tido acesso apenas nesta sexta-feira. Por isso, solicitou prazo adicional de cinco dias para complementar sua análise. Mobilização política não é irregularidade, diz empresa Um dos principais argumentos apresentados pela Meta é que a atuação coordenada de apoiadores políticos não pode ser confundida automaticamente com a utilização de redes de contas…
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