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Meta faz acordo com adolescente em processo que alega que redes sociais causaram depressão e transtornos alimentares

Destaques 30/10/2026 às 16:20
Meta faz acordo com adolescente em processo que alega que redes sociais causaram depressão e transtornos alimentares
]]> MPT processa Meta em R$ 50 milhões A Meta, dona do Instagram e do Facebook, fez um acordo com uma jovem que acusava as plataformas de serem projetadas para causar dependência e prejudicar a saúde mental dos usuários. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Segundo advogados da autora, o acordo foi fechado nesta sexta-feira (30), conforme apuração da Reuters. A jovem também afirmava que o uso das redes sociais contribuiu para o desenvolvimento de transtornos alimentares. Os valores e os termos do acordo não foram divulgados. O acerto foi anunciado depois que começou, na quarta-feira (28), a seleção dos jurados para um julgamento que deveria analisar as acusações de duas jovens, identificadas como S.J. e K.D.B., contra a Meta e a Snap, dona do Snapchat. A Meta já havia feito um acordo com S.J. dias antes. Com o novo acerto, o julgamento deve continuar apenas contra a Snap. "Continuamos comprometidos em melhorar a segurança das crianças nos aplicativos de redes sociais e em responsabilizar as empresas de tecnologia. Estamos satisfeitos por termos chegado a uma solução justa para nossa cliente", afirmou Emily Jeffcott, advogada de K.D.B., em comunicado. Este é o segundo julgamento em um tribunal estadual de Los Angeles relacionado a acusações de jovens que afirmam ter desenvolvido dependência de redes sociais. Segundo os processos, Meta, Snap, TikTok e YouTube, plataforma pertencente à Alphabet, teriam desenvolvido seus aplicativos para incentivar o uso compulsivo, ou seja, fazer com que as pessoas sintam dificuldade de parar de utilizá-los. As duas jovens já haviam fechado acordos com o TikTok e o YouTube. Processo foi feito de exemplo O processo foi escolhido entre milhares de ações judiciais semelhantes para servir como um caso de referência. Isso significa que a decisão dos jurados poderá influenciar a forma como as empresas e os autores de outras ações resolverão disputas parecidas. S.J., uma adolescente de 16 anos de Illinois, e K.D.B., de 18 anos, do Mississippi, afirmam que começaram a usar o YouTube aos 3 anos de idade e as outras plataformas por volta dos 9 anos. Segundo elas, recursos como a reprodução automática de vídeos e a rolagem…
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