← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Mesmo condenado à prisão perpétua nos EUA, ex-marido de galerista morto no Rio ainda aguarda julgamento no Brasil

Rio de Janeiro 07/11/2026 às 09:00
Mesmo condenado à prisão perpétua nos EUA, ex-marido de galerista morto no Rio ainda aguarda julgamento no Brasil
]]> Daniel Sikkema, de 56 anos, foi condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos pelo assassinato do ex-marido, o galerista americano Brent Sikkema, de 75, encontrado morto em seu sobrado no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, em janeiro de 2024. Enquanto Daniel cumpre pena no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, o cubano Alejandro Triana Prevez, apontado como executor do crime, está preso em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Apesar da condenação nos Estados Unidos, os dois ainda aguardam julgamento pelo homicídio no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), onde o intervalo entre a denúncia e a autorização do envio dos réus a julgamento pelo Tribunal do Júri ultrapassou mais de dois anos. Agora, o júri que decidirá o destino de Alejandro já tem data marcada: 25 de fevereiro de 2027, definido pela juíza Tula Corrêa de Mello, no III Tribunal do Júri. Já o julgamento de Daniel não tem data para acontecer. Em três minutos de espancamento, lutador de jiu-jítsu dá 30 socos, chutes e cotoveladas em vizinha no elevador Ex-marido de galerista norte-americano morto no Rio é sentenciado à prisão perpétua nos Estados Unidos Nos EUA, Daniel Sikkema foi condenado em maio deste ano por três acusações: assassinato por encomenda, conspiração para cometer assassinato por encomenda e conspiração para cometer assassinato em um país estrangeiro. Segundo a acusação americana, ele contratou Prevez para matar Brent em meio a uma disputa conturbada de divórcio. Na madrugada do crime, o cubano entrou na casa do galerista, pegou uma faca na cozinha e o atacou enquanto ele dormia. Brent foi esfaqueado 18 vezes, de acordo com documentos judiciais. Para sustentar a participação de Sikkema, a acusação apresentou aos jurados 11 transferências bancárias, além de ligações e mensagens trocadas entre os dois, muitas delas por meio de empregados domésticos e intermediários. Os promotores afirmaram que cerca de US$ 9 mil foram pagos a Prevez antes e depois do assassinato. A defesa, por sua vez, alegou que os valores correspondiam a pagamentos atrasados por serviços prestados pelo cubano ao casal em Cuba. O advogado Richard Levitt sustentou que Daniel não era violento e que teria escondido a…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial