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Mercado de coleção de camisas vira negócio e cresce no interior de SP

Esportes 15/10/2026 às 19:11
Mercado de coleção de camisas vira negócio e cresce no interior de SP
]]> Camisas de futebol viram artigos de colecionador e ditam tendência na moda A paixão pelo futebol também pode ser expressada por meio das camisas dos clubes. Seja pela história, pelo design ou pelas lembranças que carregam, os uniformes conquistam torcedores e colecionadores. Em Itu, no interior de São Paulo, o jornalista Lucas Dornelles transformou esse interesse em uma coleção com mais de 800 peças, construída ao longo de 12 anos. Veja também + Outras notícias do ge.globo/tvtem Lucas Dornelles (à direita) ao lado do ex-atacante Django (ao centro) e outros colecionadores de camisas do Ituano Arquivo pessoal O acervo reúne camisas de diferentes equipes e épocas e continua crescendo. Atualmente, Lucas adquire cerca de 20 novas peças por ano e mantém o hábito de usar um modelo diferente a cada dia. Entre tantas opções, algumas se destacam pelo significado pessoal e pelas histórias que carregam. – Comecei com 14 anos e minha primeira camisa foi uma do São Paulo de 2008, do Adriano Imperador, que meu tio me presenteou. Depois, peguei uma do Ituano para acompanhar os jogos no Novelli Júnior e uma da Portuguesa, por conta do sucesso do time na Série B. A partir daí, quando eu via uma camisa na rua, já ficava enlouquecido. Foi assim que despertou essa paixão que tenho até hoje e que pretendo seguir cultivando com a coleção – conta Lucas. Camisas da coleção de Lucas Dornelles Arquivo pessoal Além de ampliar o acervo, encontrar novos modelos faz parte da experiência de colecionar. O garimpo exige paciência e atenção para localizar peças que se destacam pela aparência, pela época ou pela história que representam. Em Sorocaba, essa procura também movimenta o comércio especializado. Uma das iniciativas funciona dentro de um bar e reúne camisas antigas e peças restauradas, atraindo clientes interessados em modelos que fogem das opções convencionais. O administrador Celso Cayuella começou a vender camisas encontradas em brechós. Desde 2020, ele investe nesse mercado e aposta na variedade de modelos para atrair diferentes públicos. Segundo o comerciante, o faturamento da loja física gira em torno de R$ 7 mil a R$ 8 mil por mês, mas pode aumentar durante eventos como a Copa…
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