Menino baleado na cabeça com arma de pressão é transferido para o Crer e emociona a família com áudio: ‘Quero voltar para casa logo’
Destaques14/10/2026 às 10:11
]]> Menino atingido por tiros de espingarda de chumbinho em Palmeiras de Goiás é transferido O menino de 10 anos baleado três vezes na cabeça com uma arma de pressão, em Palmeiras de Goiás, na região central do estado, recebeu alta do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, e foi transferido para o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), segundo a família. Em recuperação, a criança gravou uma mensagem de áudio para o avô, na qual fala sobre a melhora e demonstra vontade de voltar para casa. O menino ainda sente dores na região da coluna e do quadril. “Oi, vovô, tudo bem? Eu tô bem aqui. Eu quero voltar pra casa logo, tá? Alta, alta, alta, alta. Até comendo essas guloseimas tudo. Eu tô morrendo de saudade de todos vocês, tá, vovô? Amo muito todos vocês”, disse a criança na gravação enviada aos familiares. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp À TV Anhanguera, a família informou que a transferência para o Crer tem como objetivo iniciar o processo de reabilitação motora e neurológica. O caso aconteceu em 14 de setembro. Inicialmente, a família afirmou que o próprio menino teria atirado acidentalmente contra a cabeça ao manusear uma espingarda de pressão. A mãe, o padrasto e o proprietário da residência onde ocorreu o caso foram presos preventivamente por suspeita de tentativa de homicídio, uma semana após o ocorrido. O fazendeiro, que vivia com a família, também foi preso. O g1 não conseguiu localizar as defesas dos investigados até a última atualização desta reportagem. LEIA TAMBÉM: Disparos: Criança leva tiro acidental na cabeça e carro da família capota a caminho do hospital Prisão dos pais: Mãe, padrasto e fazendeiro são presos após criança ser baleada na cabeça e família alegar tiro acidental em Goiás Agressão: Vizinhos do menino de 10 anos que levou três tiros na cabeça relataram ter ouvido gritos, diz polícia Segundo o delegado André Veloso, o fazendeiro se considerava pai afetivo do padrasto da criança e teria impedido que policiais militares conversassem com a mãe do menino, alegando que ela estava abalada. Criança leva tiro acidental na cabeça e carro da família capota a…
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