Menina já tinha ouvido vozes em walkie-talkie antes de homem falar pelo aparelho, diz mãe
Destaques21/10/2026 às 03:00
]]> Mãe diz que homem tentou se comunicar com filha de 4 anos através de radinho de brinquedo "Ela já tinha se assustado com ele, porque ela também já tinha escutado alguma voz, assim, aleatória. Mas nunca tão clara assim. Nunca se comunicou da forma que se comunicou ontem (qiomta-fer", afirmou. A mãe da menina de 4 anos que ouviu a voz de um homem em um walkie-talkie de brinquedo afirmou que a filha já havia escutado falas aleatórias no aparelho antes do episódio registrado em vídeo, em Porto Alegre. Segundo a empresária, porém, nenhuma das situações anteriores envolveu uma comunicação tão clara. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (15). A mulher fez um boletim de ocorrência pela internet ao meio-dia de sexta-feira (16) e guardou o brinquedo sem as pilhas para uma eventual análise da Polícia Civil. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "Ela já tinha se assustado com ele, porque ela também já tinha escutado alguma voz, assim, aleatória. Mas nunca tão clara assim. Nunca se comunicou da forma que se comunicou ontem (quinta-feira, 15)", afirmou. De acordo com a mãe, a menina nunca utilizou o walkie-talkie sem a supervisão de um adulto. Após o episódio, a família retirou o brinquedo da criança. A empresária contou que inicialmente pediu ao marido que se desfizesse do aparelho. Depois, decidiu preservá-lo caso fosse necessário apresentá-lo à polícia. Ela relata que o brinquedo estava desligado. Os dois radinhos estavam um ao lado do outro, e não havia um terceiro. Os chiados e bipes já causaram estranheza por si só, até que ela passou a ouvir com clareza a voz de um homem adulto saindo do aparelho. “Levantei, peguei o radinho e fiquei escutando. Ele falou assim: tu sabe com quem tá falando? Aí apareceu a voz de uma criança falando papai. Aí ele fala: não, você está falando com o lobo cinzento”, relata a mulher, que não será identificada para manter preservada a identidade da criança. Essa interação foi captada em vídeo. (Veja acima) 🔎 De acordo com o Núcleo de Prevenção à Violência Extrema, do Ministério Público do Rio Grande do Sul, o uso de um codinome envolvendo um lobo pode ser uma referência a um predador. “Aí eu interferi na ligação dele. Perguntei quem…
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