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Jovem Rio News

Menina atropelada por veículo com adesivos do PT se recupera após cirurgia na perna

Rio de Janeiro 25/10/2026 às 19:50
Menina atropelada por veículo com adesivos do PT se recupera após cirurgia na perna
]]> O motorista que dirigia um veículo com adesivos do Partido dos Trabalhadores (PT) quando invadiu uma ciclovia durante uma carreata de apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), identificado pela Polícia Civil como Cardjon Peixoto, de 56 anos, segue preso após passar por audiência de custódia. Flávio Bolsonaro vota acompanhado da família no Rio e diz que chegou a hora da 'mudança de verdade' Lula vota no ABC Paulista em última disputa presidencial e espera resultado de eleição histórica Ainda segundo a TV local Vanguarda, uma das crianças atropeladas, uma menina de 9 anos, passou por uma cirurgia na perna direita e já está se recuperando. De acordo com a prefeitura de Ilhabela, ela sofreu fraturas na tíbia e na fíbula. Outra criança, um menino de 6 anos, também foi atropelado: ele teve lesões na perna esquerda e escoriações. Amigos desde a infância, eleitores de Lula e Bolsonaro vão votar juntos no Rio: 'Nos consideramos irmãos' Em entrevista à rede de televisão, o pai da menina, que não estava no local do acidente, afirmou que era a primeira vez que deixou a filha sair para brincar sem sua presença. Agora, ele busca orientação jurídica para o caso: “Agora é só a Justiça mesmo para dizer o que vai ser”, afirmou. Preso em flagrante, motorista segue preso Cadjon Peixoto, que dirigia o veículo com adesivos do PT, foi preso em flagrante pela Polícia Civil suspeito de homicídio qualificado, embriaguez e omissão de socorro. Segundo a TV Vanguarda, a prisão foi baseada em depoimentos dados por policiais, imagens do acidente, avaliação clínica de Peixoto e declarações dos representantes legais das partes. Canais do WhatsApp mobilizaram os eleitores de Flávio e Lula no segundo turno Peixoto teria apresentado “hálito etílico, dificuldade para caminhar e incapacidade de manter o equilíbrio em um dos pés”. Ele admitiu ingerir bebida alcóolica, além de afirmar que teria confundindo os pedais de acelerador e freio, o que o fez perder o controle do veículo. O delegado responsável pelo caso não arbitrou fiança, pedindo, à Justiça, que sua prisão fosse convertida em preventiva por conta da “gravidade concreta dos fatos” e a necessidade de garantir a ordem pública, além de…
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