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Membros do Comando Vermelho são presos por torturar e matar homem acusado de estupro, em Fortaleza

Destaques 27/09/2026 às 22:15
Membros do Comando Vermelho são presos por torturar e matar homem acusado de estupro, em Fortaleza
]]> Local onde homem acusado de estupro foi torturado e morto por membros do Comando Vermelho, em Fortaleza (CE) Reprodução Cinco membros do Comando Vermelho foram presos preventivamente na última quarta-feira (23) por suspeita de ter assassinado um homem a pedradas e facadas como forma de "punição" após ele ser acusado por moradores de ter estuprado uma menina autista no início do ano, em Fortaleza. Um sexto suspeito, que já estava preso, foi alvo de um novo mandado de prisão preventiva. A vítima foi identificada como Antônio Cosmo Martins de Barros, de 34 anos, chamado de 'Có'. Ele teria sido submetido ao 'tribunal do crime' em 19 de janeiro na comunidade conhecida como favela do Sossego, no bairro Quintino Cunha. Pelo menos sete adultos e um adolescente participaram do linchamento. ➡️ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Conforme a investigação, começou a circular pela comunidade a informação de que ele teria abusado sexualmente de uma menina autista de 13 anos. No mesmo dia, a história chegou a Breno Sousa Andrade, conhecido como Bê, e apontado como chefe do Comando Vermelho na comunidade. Breno, então, ordenou a execução de Antônio Cosmo. O homem de 34 anos estava em casa quando os criminosos invadiram o local e começaram a espancá-lo. Ele foi arrastado pelas ruas, sangrando, e ainda sendo agredido. Conforme testemunhas, Antônio Cosmo chegou a implorar que chamassem a menina para que ela dissesse que ele não tinha abusado dela. Agora no g1 Homem morre após moto atropelar mulher e colidir com poste, em Fortaleza Antônio Cosmo foi levado às margens do Rio Maranguapinho, onde os criminosos passaram a torturá-lo com facas e pedras, enquanto ele estava vivo. O homem teve a cabeça e o rosto esmagados a pedradas, um pé e uma mão amputados a golpes de faca, outro pé semi-amputado e outro braço semi-amputado. Além disso, ele recebeu facadas na região do tórax e em outras áreas. O corpo dele foi jogado no Rio Maranguapinho, enquanto os criminosos voltaram para a comunidade e, no meio de uma praça, confessaram o assassinato e proibiram os moradores de acionar a polícia. O cadáver só foi encontrado no dia seguinte após denúncia anônima e retirado da…
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