← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Medo de falhar na hora H: isso está te assombrando? Sexo não é demonstração de competência

Rio de Janeiro 20/10/2026 às 13:32
Medo de falhar na hora H: isso está te assombrando? Sexo não é demonstração de competência
]]> Tem gente que vai para a cama acompanhada de duas pessoas: o parceiro e o medo. “E se eu não conseguir?” “E se eu perder a ereção?” “E se eu demorar demais?” “E se eu for rápido demais?” “E se a outra pessoa perceber que estou nervoso?” Pronto. Antes mesmo de tirar a roupa, o cérebro já abriu uma reunião extraordinária. Para mais dicas e informações sobre sexo e relações, acesse o canal da Regina no YouTube E sexo, convenhamos, costuma funcionar melhor sem ata, cobrança de resultados e avaliação de desempenho. Quando o prazer vira prova O chamado medo de falhar na hora H geralmente aparece quando a pessoa deixa de viver o encontro e passa a se observar. Em vez de sentir, fiscaliza. “Está funcionando?” “Será que ela percebeu?” “Será que vou conseguir?” É quase impossível relaxar enquanto existe um pequeno auditor sentado dentro da cabeça fazendo relatório de desempenho. A ansiedade pode interferir na excitação, na ereção, na lubrificação e no orgasmo. E aí nasce um círculo bastante cruel: acontece uma dificuldade uma vez, a pessoa fica com medo de repetir e justamente esse medo aumenta a chance de acontecer novamente. Uma falha não é uma sentença E aqui mora um problema enorme: muita gente transforma um episódio isolado numa identidade. Uma ereção falhou? “Estou impotente.” Não chegou ao orgasmo? “Tenho algum problema.” O corpo não respondeu como esperado? “Acabou minha vida sexual.” Calma. O corpo humano não é um eletrodoméstico com botão liga/desliga. Sono, cansaço, álcool, medicamentos, estresse, preocupações, conflitos no relacionamento e até aquele jantar capaz de alimentar uma família inteira podem interferir na resposta sexual. Uma noite ruim é apenas uma noite ruim. Sexo não é demonstração de competência Talvez esta seja uma das ideias mais importantes: ninguém deveria entrar numa relação sexual tentando provar alguma coisa. O objetivo não é manter uma ereção durante determinado número de minutos, produzir um orgasmo cinematográfico ou executar um repertório digno de acrobata. É compartilhar prazer. E prazer pode continuar existindo mesmo quando alguma coisa não sai exatamente como planejada. Beijo, toque, carinho, conversa, mãos, boca, abraço,…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial