Médica é demitida de hospital após mensagem orientando a não dar alta a pacientes por a maioria ser 'petistas'
Destaques08/10/2026 às 14:12
]]> Médica da Maternidade Célia Câmara é desligada após mensagens "antipetistas" A médica investigada por enviar mensagem orientando outros profissionais de saúde a não dar alta a “pacientes petistas” internadas na enfermaria da Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, foi demitida, segundo informou o hospital. A demissão ocorreu na terça-feira (6). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em nota, Marcella Segato de Sousa Melo afirmou que a mensagem enviada em um grupo privado de profissionais não se transformou em conduta inadequada e que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada por preferência política. Segundo a médica, todas as pacientes foram avaliadas e receberam alta exclusivamente de acordo com critérios clínicos. Ela também afirmou que, desde 2017, realizou milhares de partos de mulheres com diferentes origens e convicções (veja a nota na íntegra ao fim do texto). Veja o que se sabe sobre o caso da médica suspeita de orientar a não dar alta a pacientes 'petistas' no dia da eleição, em Goiás Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’ em dia de eleição Reprodução/TV Anhaguera O caso aconteceu no dia 2 de outubro, dois dias antes das eleições do primeiro turno, Marcella, que é ginecologista e obstetra, publicou mensagens em um grupo de WhatsApp que reúne profissionais da maternidade, sugerindo que não permitissem a alta de supostos eleitores ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT). "Quem estiver na enfermaria sábado e domingo, não dar alta para ninguém, a maioria é petista”, escreveu a médica, conforme mostram prints exibidos pela TV Anhanguera. A publicação recebeu reações de 12 participantes do grupo, com emojis de risadas, sinal de positivo e bandeira do Brasil. Uma pessoa respondeu: “Combinado”. Não foi possível confirmar se algum profissional seguiu a orientação e deixou de conceder alta a alguma paciente por causa de preferência política. O que dizem o hospital e o Cremego Segundo a assessoria da unidade, Marcella era contratada por uma empresa responsável pela prestação de serviços à organização social que administra a maternidade. O hospital afirmou que as mensagens foram enviadas em um grupo…
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