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Médica assassinada no PR: além do feminicídio, polícia conclui que marido também cometeu abandono de incapaz por deixar bebê com corpo

inicio 25/09/2026 às 12:26
Médica assassinada no PR: além do feminicídio, polícia conclui que marido também cometeu abandono de incapaz por deixar bebê com corpo
]]> Médica assassinada no Paraná: marido recebe alta hospitalar e é levado à delegacia Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil (PC-PR) indiciou João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, por feminicídio e abandono de incapaz. Ele foi preso em flagrante pelo assassinato da médica Gassi Mazia, de 37 anos, em Maringá, no Norte do Paraná, com quem tinha um relacionamento e um filho. O bebê, de oito meses, foi deixado sozinho com o corpo da mãe — o que, para a polícia, caracterizou o abandono. O g1 entrou em contato com a defesa de João, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp O inquérito foi relatado na terça-feira (22). Nesta quinta-feira (24), o Ministério Público do Paraná (MP-PR) confirmou ao g1 ter recebido a conclusão para aná e disse que deve solicitar a manutenção da prisão preventiva do homem. Gassi Mazia, de 37 anos, e João Romeiro, de 25. Redes sociais O crime aconteceu no dia 5 de setembro, quando Gassi foi esfaqueada e encontrada morta no apartamento em que morava. João foi preso em flagrante em Mandaguari, a 32 quilômetros de distância, com diversos ferimentos. Ele permaneceu internado em um hospital até receber alta, no dia 10 de setembro, quando foi encaminhado à 9ª Subdivisão Policial e chegou usando uma cueca para esconder o rosto. Assista acima. Segundo o MP, João invadiu o imóvel e "executou covardemente" Gassi porque não aceitava o fim do relacionamento. A informação foi destacada pela promotoria ao manifestar-se pela prisão preventiva dele, que foi aceita pela Justiça. O que se sabe sobre o caso: Como o caso chegou à polícia Como o corpo foi encontrado Qual foi a motivação Como o caso chegou à polícia O assassinato da médica foi comunicado à Polícia Militar (PM-PR) por uma familiar de João Vitor, que o ouviu confessar ter cometido o feminicídio. O g1 optou por não divulgar o nome para preservar a identidade da testemunha. Em depoimento à Polícia Civil, a testemunha explicou que, na noite do dia 5 de setembro, João enviou mensagens perguntando se ela estava em Mandaguari, a 32 quilômetros de distância de Maringá. Depois, ligou para a familiar e pediu o endereço da…
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