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Medalhista paralímpica e campeã mundial, Luiza Fiorese amputa perna após 12 cirurgias

Esportes 14/10/2026 às 20:24
Medalhista paralímpica e campeã mundial, Luiza Fiorese amputa perna após 12 cirurgias
]]> Atleta paralímpica do Brasil amputa perna após 12 cirurgias: 'Liberdade de viver de novo' Medalhista de bronze nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 e campeã mundial de vôlei sentado em 2022, a capixaba Luiza Fiorese inicia uma nova fase da vida após passar por uma amputação transfemoral, realizada acima do joelho. Aos 29 anos, a atleta recebeu alta depois de enfrentar 12 cirurgias desde a adolescência. Veja mais notícias no ge.globo/es + 📱​ Siga o Globo Esporte Espírito Santo no Instagram Após susto, capixaba Luiza Fiorese volta à seleção brasileira de vôlei sentado Após receber alta hospitalar no domingo, dia 4 de outubro, a capixaba destacou as mudanças que já percebe na rotina depois da cirurgia. A amputação, segundo ela, representa o encerramento de um ciclo de procedimentos médicos e a possibilidade de viver com mais autonomia após anos de dores e complicações. - Está sendo muito mais dinâmico e livre, mais fácil fazer as coisas do dia-a-dia. Não quero me colocar no lugar de romantizar a amputação, mas para mim está sendo muito bom. É como se tivesse tirado um peso de mim, e isso me deixou mais leve em todos os sentidos - relatou Luiza ao g1. Luiza Fiorese, atleta de vôlei sentado Reprodução/Redes Sociais Do câncer à decisão pela amputação A trajetória de Luiza com os procedimentos médicos começou aos 15 anos, quando foi diagnosticada com osteossarcoma, um tipo de câncer ósseo localizado no fêmur esquerdo. Após o tratamento, parte do osso precisou ser substituída por uma endoprótese. Em junho deste ano, a atleta passou por uma nova etapa de tratamento para trocar o implante, mas o espaçador utilizado durante a preparação para a cirurgia quebrou, provocando dores e novas complicações. Luiza Fiorese é um dos grandes nomes do esporte paralímpico brasileiro Alessandra Cabral/CPB Diante do quadro, a atleta recebeu duas possibilidades: colocar uma nova endoprótese, que poderia precisar de outra substituição cerca de dez anos depois, ou amputar a perna. Após conversar com familiares, o noivo, amigos e médicos, ela decidiu pelo procedimento. - Conquistei grandes coisas com a minha perna e tenho um apego emocional por tudo o que vivemos 'juntas'. Aos 29 anos,…
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