Mariene de Castro se desloca, sem sair do eixo nordestino, com balaio de amor, xotes e baiões do show 'Cantadeira'
Entretenimento05/10/2026 às 13:08
]]> Mariene de Castro estreia o show 'Cantadeira' no Circo Voador, no Rio de Janeiro (RJ), antes de lançar o álbum audiovisual gravado em Castro Alves (BA) Pati Burlamaqui / Divulgação Circo Voador ♫ CRÍTICA DE SHOW Título: “Cantadeira” Artista: Mariene de Castro Data e local: 3 de outubro de 2026 no Circo Voador (Rio de Janeiro, RJ) Cotação: ★ ★ ★ 1/2 ♬ Cantora soteropolitana de voz incandescente, associada ao samba do Recôncavo Baiano, Mariene de Castro se desloca no show “Cantadeira” sem sair do eixo nordestino. Em “Cantadeira”, show que estreou na noite de sábado, 3 de outubro, em apresentação que encheu o Circo Voador (RJ), na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a cantora baiana carrega no palco um balaio de amor em que harmoniza baiões e xotes românticos de temperatura mais amena. Mariene reproduziu no palco do Circo Voador o show que gravou no período junino em Castro Alves (BA), município situado na região do Recôncavo Baiano, para gerar álbum audiovisual ainda inédito nas plataformas de áudio e vídeo. O show “Cantadeira” foi gravado em casa de taipa preparada para o registro audiovisual, feito durante o Arraiá do Poeta, evento junino da cidade baiana. No Circo Voador, o receptivo público carioca viu alguns takes da gravação entre as imagens projetadas no telão durante todo o show, feito pela cantora sob direção musical do arranjador e multi-instrumentista Fábio Cunha. “Cantadeira” é show de roteiro inteiramente inédito na trajetória de Mariene de Castro nos palcos. Fiel ao conceito do show, calcado na alma musical forrozeira do sertão nordestino, a cantora ignorou os sambas de roda do aclamado primeiro álbum, “Santo de casa” (2004), e as saudações aos orixás, recorrentes no repertório da artista. Mas soltou “Foguete” (Roque Ferreira e J. Velloso, 2005) – música que tomou para si desde que a gravou no álbum “Tabaroinha” (2012) – no fim do show, encerrado em clima de festa junina, com direito à aliciante “Olha pro céu” (Luiz Gonzaga e José Fernandes, 1951), petardo infalível do cancioneiro junino. Com figurino brejeiro de cores vivas, Mariene de Castro bradou com o orgulho a nordestinidade e a resistência que pautam o show “Cantadeira”. “... A sanfona ainda…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.