Marido de Regina Casé lança documentário sobre acidente que o deixou 'instantaneamente tetraplégico'
Rio de Janeiro13/10/2026 às 07:01
]]> Marido de Regina Casé, o cineasta Estevão Ciavatta, de 58 anos, lançou nesta semana, no Festival do Rio, o documentário “No Passo da Cobra”, sobre o grave acidente que sofreu em novembro de 2008 e que o deixou tetraplégico. Ele recuperou parte dos movimentos e acredita ter vivido um milagre. "Esse ano faz 18 anos do grave acidente que sofri em 2008 quando instantaneamente fiquei tetraplégico. Foram muitos anos para entender, aceitar e superar a minha nova condição física e psicológica. Tive que me reinventar. Fui convidado para contar essa história: o que passou pela minha cabeça e como a gente pode lidar com momentos de profunda tristeza e raiva, em que a gente acha que nada mais vai dar certo, mas tem que continuar acreditando”, conta Estevão em um post no Instagram. Amigo revela perguntas de mulheres sobre vida sexual de Fernando Fernandes após acidente: 'Está funcionando' O cineasta sofreu uma lesão semelhante à do ator Christopher Reeve, conhecido por interpretar o Super-Homem no cinema. Reeve ficou tetraplégico após um acidente com um cavalo e morreu em 2004. Estevão sofreu uma grave queda de cavalo em seu sítio, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. O animal deu pinotes e o arremessou violentamente ao chão. O impacto atingiu diretamente a nuca e provocou uma grave lesão na coluna cervical, deixando-o imediatamente tetraplégico, sem movimentos do pescoço para baixo. Foram sete dias internado na UTI e outros dez no quarto do hospital. Depois, passou dois anos preso a uma cadeira de rodas. Além de perder os movimentos do pescoço para baixo, o cineasta também ficou sem sensibilidade, equilíbrio e força. Durante o processo de recuperação, enfrentou cinco horas diárias de fisioterapia. Estevão recuperou cerca de 85% dos movimentos e conta que hoje consegue, inclusive, jogar bola com o filho, Roque, de 13 anos. “Sinto que preciso agradecer às pessoas que me ajudaram nesta duríssima batalha e contribuir, em alguma medida, com quem enfrenta situação semelhante. Por isso, decidi abrir minha história, da qual pouco falei até agora. Muita gente me vê na rua, andando, e diz que sou 'um milagre'. Nenhum médico vai falar nesses termos, mas sei que meu caso é fora do…
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